Gestante de 30 anos, G2P1, com 26 semanas de gestação, comparece à consulta de pré-natal de rotina.
Primeira gestação sem intercorrências, parto vaginal há 3 anos, recém-nascido com 4.200 g. Nega
diabetes mellitus prévia. História familiar: mãe com diabetes tipo 2 diagnosticado aos 55 anos. IMC
pré-gestacional: 31 kg/m² (obesidade grau I). Ganho ponderal atual: 8 kg. Nega sintomas de
hiperglicemia. Glicemia de jejum no primeiro trimestre: 88 mg/dL (normal). Exame físico: PA: 120/75
mmHg, AU: 26 cm, BCF: 145 bpm. Foi solicitado teste oral de tolerância à glicose com 75g (TOTG75g) conforme protocolo de rastreamento. Paciente retorna com o resultado: TOTG-75g realizado
com 26 semanas: Jejum: 88 mg/dL, 1 hora: 192 mg/dL, 2 horas: 163 mg/dL. Nega sintomas. Nega uso
de corticoides ou outras medicações. Ultrassonografia obstétrica (26 semanas): feto único, biometria
compatível com idade gestacional, percentil 60, líquido amniótico normal, placenta posterior grau 0.
Considerando os resultados do TOTG-75g e as diretrizes atuais para diagnóstico e manejo do diabetes
mellitus gestacional, qual a conduta mais adequada?
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