O comportamento violento humano apresenta-se como uma das maiores dificuldades para a prática psiquiátrica. Por vezes, o comportamento violento ocorre associadamente à quebra de normas sociais (ou até mesmo condutas criminosas). A Psiquiatria Forense tem buscado alternativas para diagnósticos e prognósticos mais criteriosos.
Abaixo, são apresentados os principais instrumentos padronizados utilizados na prática da Psiquiatria Forense para avaliação do comportamento violento. Faça a correlação entre as colunas e em seguida assinale a alternativa correta.
I - Criada por Robert Hare, em 1991, apresenta-se como instrumento de pesquisa para quadros de psicopatia e permite revelar tendências criminosas, fortalecendo possibilidade de comportamento recidivante. Composta por 20 itens (pontuáveis entre 0 e 2 pontos), fortalece os diagnósticos de personalidade psicopática quando apresenta escores finais acima de 30 pontos.
II - Elaborada por Webster e colaboradores, em 1995, apresenta 20 itens categorizados na apresentação clínica do comportamento (05 itens), na história pessoal passada (10 itens) e na possibilidade de gerenciamento do risco (05 itens). Possibilita estimar o risco do comportamento suicida em 03 níveis: baixo, moderado e alto.
llI. Instrumento de avaliação do comportamento violento, desenvolvido por Harris e colaboradores, em 1993. Aponta, como melhor preditor da violência, a história pessoal do indivíduo e examina 12 itens associados a tal comportamento. Para sua elaboração final, inclui outra escala de avaliação.
IV. Versão compactada de escala anterior original. Compõe-se de 12 itens que permitem a previsibilidade da violência institucional e comunitária. Tem como ponto de corte a pontuação de 18, segundo Dolan e Doyle (2000).
a. HCR-20
b. PCL-R
c. PCL-SV
d. VRAG