No Brasil, segundo Glat, Pletshe e Fontes (2007), a Educação Especial se constituiu originalmente a partir de um modelo médico ou clínico. E o trabalho baseava-se em um conjunto de terapias individuais coordenadas pela Medicina, com a Fisioterapia, a Fonoaudiologia, a Psicologia, a Psicopedagogia, a Terapia Ocupacional, entre outras. Nesse momento da história da educação, para as crianças e adolescentes com deficiências cognitivas, múltiplas, ou distúrbios emocionais severos a educação escolar não era prioritária. Esperava-se desses indivíduos apenas que adquirissem: