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2238286 Ano: 2015
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
Emeli Leite (2004), em Os papéis do intérprete de Libras na sala de aula inclusiva, traz uma reflexão acerca da questão da neutralidade do tradutor e intérprete de língua de sinais. Citando Metzger, (1999) a autora apresenta quatro modelos de papéis de intérprete.
Numere as alternativas de acordo com a legenda:
LEGENDA
I. Ajudador
II. Condutor
III. Facilitador da comunicação
IV. Especialista bilíngue e bicultural
( ) Nesse modelo, o intérprete passou a assumir algumas responsabilidade como verificar se a iluminação, a posição e outros fatores ambientais estão adequados a sua atuação. Além disso, o intérprete passa a se preparar para suas tarefas e a, quando necessário, esclarecer o seu papel no discurso.
( ) É mais frequentemente encontrado em contextos em que a profissão de tradutor intérprete de línguas de sinais ainda não está estabelecida. Geralmente, a função é desempenhada por amigos ou familiares de surdos que possuem alguma fluência na língua de sinais e sem nenhuma formação específica.
( ) Nessa perspectiva, o intérprete atua ciente de que sua tarefa compreende transferências linguística e culturais. Assim, o profissional sabe da incapacidade de ser neutro, uma vez que cabe a ele fazer decisões que impactam a interação entre os falantes. O intérprete deve garantir escolhas éticas e ainda se responsabilizar por elas.
( ) Nesse modelo, o intérprete possui como meta ser ‘invisível’, acreditando que sua total neutralidade irá empoderar a comunidade surda e dar um status profissional à função de tradutor e intérprete.
Assinale a alternativa que possui a sequência CORRETA.
 

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