Sobre a história da educação física no Brasil, leia o trecho a seguir.
“... ao professor de educação física compete, pois (e não há exagero algum nesta afirmativa), dirigir e orientar os exercícios de modo que influam enérgica e eficazmente sobre cada organismo, ordená-los em série gradual, harmonizá-los com o período de evolução orgânica, incutindo o prazer ou, ao menos, evitando o tédio, e constatar, enfim, pelos processos vários de mensurações corporais, os resultados de seu ensino, fazer, uma palavra, o registro de benefícios que provieram dos exercícios e dos inconvenientes que determinaram...”
(Fernando de Azevedo, 1920.)
Extraindo-se algumas expressões que caíram em desuso, a citação que foi extraída de um artigo de Fernando de Azevedo nos anos 20 do século passado, traz em si semelhanças com o entendimento ainda hoje presente em nosso meio, que extrapolam quaisquer possibilidades de serem vistas como meras coincidências. A educação física brasileira vê-se hegemonicamente vinculada, ainda, como no trecho apresentado, ao eixo paradigmático do(a):