Uma mulher de 52 anos, cor branca, técnica administrativa, iniciou um quadro abruto de cefaléia em região frontal e parietal bilateral, não pulsátil, febre de 38,5 °C, mialgias e mal estar geral. Fez uso de Paracetamol para alívio da febre e dores, sem obter êxito. Não apresentava sintomas respiratórios altos. Os exames do aparelho respiratório, cardiovascular e neurológico foram normais. Não apresentava rigidez de nuca. Essa paciente desenvolveu erupção pruriginosa poupando palmas e plantas e artrite de punhos e tornozelos, três dias após o início do quadro. A principal hipótese diagnóstica e conduta são, respectivamente,