“Como um meio cego, o rádio lança signos no éter e luta contra a fugacidade para perpetuar a sua mensagem na memória de seus radiouvintes. Sem a possibilidade de retorno ou correção, o signo sonoro, efêmero e inscrito temporalmente, encontra em cada ouvinte a sua possibilidade de ressonância e, portanto, de perpetuação”. Júlia Albano nos diz que aquilo que é veiculado em rádio terá que ser bem elaborado porque: