“Um pouco mais da metade das fugas se originam em Manaus (52%). Outras cidades do interior da província também aparecem: lugares como Serpa, Silves, Tauapessassú, São José do Amatary e entre outras localidades do rio Madeira (especialmente ligadas à extração da seringa), respondem por grande parte das origens das fugas (28%) (...). Escravos e escravas, individual ou coletivamente, seguiram diversas direções pelo vale amazônico. Recuperando uma bela imagem proposta pelo historiador Flávio Gomes, a floresta tornou-se negra e as vilas e cidades da província também”.
(CAVALCANTE, Ygor Olinto Rocha. “Fugido, ainda que sem motivo: escravidão, liberdade e fugas escravas no Amazonas Imperial (c. 1850-c. 1888). In: MELO, Patrícia Alves (Org.). O fim do silêncio. Presença negra na Amazônia. Curitiba: Editora CRV, 2021. pp.46-47).
Considerando-se a análise do autor é correto afirmar que