Universalizar o sufrágio no Brasil exigiu longa caminhada. A guerra pela inclusão dos excluídos travou-se em sucessivas batalhas. Antes privilégio dos homens ricos, o voto ampliou a abrangência ao longo de mais de 150 anos de lutas. Hoje, pobres, mulheres e analfabetos vão às urnas. A vontade de uns tem o mesmo peso da vontade de outros. O eleitor urbano ou rural, pobre ou rico, letrado ou analfabeto, adolescente com 16 anos ou idoso que ultrapassou nove décadas de vida goza do mesmo privilégio - escolher livremente o candidato que conduzirá os destinos do município, do estado ou do país. E, paralelamente, o nome do que lhe parece mais indicado para representá-lo no Legislativo.
(Correio Braziliense, 17/10/2006.)
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