Para Jacques Le Goff, o historiador deve
trabalhar os documentos com a mesma imaginação que o matemático nos seus cálculos ou o físico e o químico nas suas experiências.
banir as singularidades como objeto do seu trabalho para realizar uma pesquisa científica fiel à verdade dos acontecimentos estudados.
reduzir a história a uma narração, a um conto fundamentalmente de ordem pedagógica, para demonstrar o seu talento literário.
explicar, em um discurso narrativo em prosa, as implicações ideológicas e políticas dos acontecimentos investigados.
reivindicar, para o seu trabalho de pesquisador, o caráter de arte literária, colocada sob a caução imperiosa do real.
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