Para Paulo Freire (1996), a neutralidade na educação corresponde a
uma posição desejável, pois o comprometimento docente é sobretudo com a autonomia do educando.
uma escolha em que equilibramos o mundo, suas necessidades e nossa individualidade.
uma visão progressista, na medida em que o exercício democrático é destinado à vida pública enquanto a escola promove a paixão de conhecer o mundo.
uma utopia necessária à educação como prática da liberdade, ainda que irrealizável.
um ponto de vista reacionário, pois exige uma impossível postura neutra voltada a treinar os alunos em práticas apolíticas.
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