Ao estudarmos as línguas de sinais, estamos tratando também das relações entre linguagem e sociedade. A linguística, ao estudar qualquer comunidade que usa uma língua, constata, de imediato, a existência de diversidade ou de variação, ou seja, a comunidade linguística (no caso aqui investigado, a comunidade de surdos) se caracteriza pelo emprego de diferentes modos de usar a língua de sinais.
(KARNOPP, Lodenir. Fonética e Fonologia. Florianópolis: UFSC, 2009)
A essas diferentes maneiras de fazer sinais, denominamos: