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Sobre os Classificadores especificadores,
(PIZZO, Aline Lemos; CAMPELLO, Ana Regina Souza; REZENDE, Patrícia Luiza Ferreira; QUADROS, Ronice Muller. Língua Brasileira de Sinais III. Florianópolis: UFSC, 2009, p.24)
pode-se afirmar que a sua função é
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“Sem a produção vocal do intérprete, o discurso do surdo não ganhará sentido para o interlocutor ouvinte e a sua ‘voz’, enquanto enunciador, será silenciada, não pela ausência do som que é constitutiva de discursos nas línguas sinalizadas, mas pela falta de uma compreensão por parte do interlocutor ouvinte localizado na outra extremidade da ponte interativa.”
(NASCIMENTO, M. V. B. Interpretação da Libras para o português na modalidade oral: considerações dialógicas. Tradução & Comunicação. Revista Brasileira de Tradutores. v.24, p.79- 94, 2012)
Frente à afirmativa do autor com relação à interpretação da Libras para o português oral pode-se dizer que:
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Sobre as modalidades das línguas,
(QUADROS, Ronice Müller de. O tradutor e intérprete de língua brasileira de sinais e língua portuguesa. Brasília: MEC/SEESP, 2004, p.9)
é correto afirmar que:
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“A modalidade gestual-visual-espacial pela qual a LIBRAS é produzida e percebida pelos surdos leva, muitas vezes, as pessoas a pensarem que todos os sinais são o ´desenho´ no ar do referente que representam.”
(STROBEL, Karin Lilian; FERNANDES, Sueli. Aspectos Linguísticos da Língua Brasileira de Sinais/ Secretária de Educação Especial – Curitiba: SEED/SUED/DEE, 1998, p.6)
Sobre os estudos das autoras, os sinais arbitrários
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A publicação intitulada "O tradutor e intérprete de língua brasileira de sinais e língua portuguesa”,
(BRASIL, MEC. Secretaria de Educação Especial, Programa Nacional de Apoio à Educação de Surdos – O tradutor e intérprete de língua brasileira de sinais e língua portuguesa. Brasília: MEC; SEESP, 2003)
que faz parte do Programa Nacional de Apoio à Educação dos Surdos, define como papel do intérprete
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“(...) estamos num período ímpar em toda a trajetória dos TILS no Brasil, saindo dos bastidores do amadorismo em direção à formação efetiva e rumo à verdadeira regulamentação da profissão. Instrumentos essenciais para esse processo, em nossa visão, devem ser as Associações de Tradutores Intérpretes de Língua de Sinais que se encontram espalhadas por todo território nacional e que hoje totalizam um número de 15 instituições, as quais continuam se mobilizando junto à Federação Brasileira das Associações dos Profissionais Tradutores, Intérpretes e Guiaintérpretes de língua de Sinais.”
FEBRAPILS. (MATOS, Gisele Iandra Pessini Anter; RECH, Gabriele Cristine. Tradutor e Intérprete de Língua de Sinais: história, experiência e caminhos de formação. IN: Cadernos de Tradução (UFSC), v. 26, p. 207-236. 2010)
Frente às reflexões propostas pelas autoras sobre a importância das Associações de Intérpretes Guiaintérpretes de língua de Sinais, é correto afirmar que:
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Ser tradutor e intérprete é transmitir os conteúdos e informações da língua fonte para a língua alvo, significa ser o intermediário entre nações e também dentro de um mesmo país, entre grupos ou realidades diferentes, como é o caso dos surdos e ouvintes. No Brasil, esse profissional, intérprete de língua de sinais, deve dominar prioritariamente a Libras e a Língua Portuguesa.
(LIMA, Claudiana. Tradutor intérprete de língua de sinais: quais foram as evoluções na formação destes profissionais. In: IX Congresso de Pesquisa e Ensino de História da Educação em Minas Gerais: repensar a História da Educação, pensar a política na História da Educação. Uberlândia: EDUFU, 2017.p.3)
Entre as competências necessárias para a atuação do intérprete de Libras, é necessário
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“A utilização da Libras na interação com pessoas surdocegas precisa ser adaptada às condições específicas das pessoas.”
(CADER-NASCIMENTO, F.A.A.A; COSTA, M.D.P.R.D. Descobrindo a surdocegueira. SãoCarlos. EdUFSCAR, 2005, p.59)
Sobre as condições específicas dessas pessoas, é correto afirmar que:
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“A partir da consciência do papel da comunicação no ambiente, as pessoas surdocegas poderão utilizar vários recursos de comunicação.”
(CADER-NASCIMENTO, F.A.A.A; COSTA, M.D.P.R.D. Descobrindo a surdo-cegueira. São Carlos. EdUFSCAR, 2005, p.56)
Com base nos estudos apresentados, são recursos de comunicação:
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Disciplina: Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei 13.146/2015
Banca: UFF
Orgão: FEMAR
De acordo com a Lei nº13.146, de 6 de julho de 2015,
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