“Iniciamos repetindo que o aluno não é do intérprete, portanto, algumas posturas que eu, você, enfim, nós intérpretes vínhamos adotando, devem ser aos poucos modificadas. Com certeza uma mudança radical seria o mais apropriado para todos, mas em respeito ao aluno surdo, que não tem culpa da forma como o sistema educacional lhe é imposto, sugerimos que as mudanças de postura sejam gradativas, se ainda não o fizeram.
As posturas que queremos mencionar são as que nós intérpretes passamos a nos atribuir por conta própria, como: cuidar do caderno do aluno, se ele terminou ou não de copiar, responder as perguntas que o aluno faz sem repassá-las ao professor que é o responsável pelo conteúdo, controlar a saída e a entrada do aluno em sala de aula, liberando-o para o banheiro ou não. Enfim, estas são atitudes simples que muitos intérpretes ainda realizam pela falta de conhecimento, ou muitas vezes por falta de competência em interpretação. Sim, de fato muitos intérpretes usam de “compensação”, isto é, compensam suas insuficiências e falhas na língua de sinais e na interpretação, por fazer outras atribuições nas quais, definitivamente, não lhes compete”.
AMPESSAN; GUIMARÃES; LUCHI. Intérpretes educacionais de Libras: orientações para a prática profissional. Florianópolis: DIOESC, 2013
Na perspectiva do texto apresentado acima, assinale a alternativa, dentre as apresentadas a seguir, que claramente fazem parte das funções do tradutor e intérprete de língua de sinais educacional num ponto de vista profissional.