Rangel (1997), em Nove Olhares sobre a Supervisão, faz algumas considerações sobre as “especialidades pedagógicas” e sobre o papel dos especialistas. Leia cada um destes enunciados.
I. A condição de especialista em educação não se aplica, apenas, a quem exerce funções como as de administração, orientação educacional ou supervisão. Os professores, no âmbito de seus conteúdos específicos, também são “especialistas”.
II. Em uma perspectiva crítica, a condição e a função de “especialista”, bem como as “especialidades pedagógicas”, podem ser associadas às divisões do trabalho que prejudicam o seu sentido comum e coletivo.
III. Não se podem negar as especificidades do saber e do trabalho. Contudo, “especificidade” não significa, necessariamente, desarticulação, visto que os fatos (e atos) “específicos” inserem-se em circunstâncias e situações mais amplas.
IV. Não se pode olhar a supervisão sem considerar a sociedade e seus reflexos na formação e conformação da escola, dos professores, dos “especialistas”.
Assinale a alternativa cujos itens contêm, de forma correta, as considerações da autora.