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Foram encontradas 45 questões.

1743578 Ano: 2009
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-RJ
Orgão: IF-RJ

Em O Fazer e o Pensar dos Supervisores e Orientadores Educacionais, Garcia (2002) afirma que a orientação e a supervisão devem compartilhar uma função fundamental.

Marque a alternativa que apresenta, de forma totalmente correta, essa função.

 

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1733416 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: IF-RJ
Orgão: IF-RJ

Examine estes períodos.

I Mal sentiu rumores dentro de casa, ergueu-se. (Miguel Torga)

II. Fiz-lhe sinal que se calasse. (Machado de Assis)

III. Não, meu coração não é maior que o mundo. (Carlos Drummond de Andrade)

IV. Deu-me Deus o seu gládio, porque eu faça a sua santa guerra. (Fernando Pessoa)

Vocabulário:
gládio - espada.

Marque a afirmação totalmente correta.

 

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1709349 Ano: 2009
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-RJ
Orgão: IF-RJ

Silva Jr. (1997) em Nove Olhares sobre a Supervisão focaliza a Organização do Trabalho na Escola Pública: o pedagógico e o administrativo na ação supervisora, numa análise crítica, histórica e política. Para ele, no Brasil, o supervisor escolar, inicialmente, desempenhava um papel

 

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1683960 Ano: 2009
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-RJ
Orgão: IF-RJ

Luckesi (2000), em Avaliação da Aprendizagem Escolar, define o ato de planejar como uma atividade intencional pela qual se projetam fins e se estabelecem meios para atingi-los. Assim, é correto afirmar que

 

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1673738 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: IF-RJ
Orgão: IF-RJ

Leia o seguinte comentário:

As três famílias de orações subordinadas (substantivas, adjetivas e adverbiais) podem ser desenvolvidas, quando têm conectivo ou reduzidas, quando o verbo está numa das suas formas nominais.

(GARCIA, Othon M. Comunicação em Prosa Moderna, RJ: Fundação Getúlio Vargas, 1978.)

Com base nesse enunciado, assinale a única opção em que há oração subordinada reduzida.

 

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1670862 Ano: 2009
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-RJ
Orgão: IF-RJ

Para Vygotsky, a intervenção pedagógica provoca avanços que não ocorreriam espontaneamente. Com base no postulado de Vygotsky sobre o desenvolvimento e a aprendizagem, analise estas afirmativas, marcando com V as verdadeiras e com F as falsas. Em seguida, assinale a alternativa correta, considerando, de cima para baixo, as letras V e F.

1. ( ) O desenvolvimento precede a aprendizagem.

2. ( ) A aprendizagem é fundamental para o desenvolvimento do sujeito desde o seu nascimento.

3. ( ) A aprendizagem desperta processos internos de desenvolvimento que só podem ocorrer quando o indivíduo interage com outras pessoas.

4. ( ) O desenvolvimento ocorre em etapas sucessivas de acordo com a maturação biológica.

 

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1657388 Ano: 2009
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: IF-RJ
Orgão: IF-RJ

A LDB (Lei Nº. 9.394/96), em seu Art. 80, trata das formas de incentivo do Poder Público ao desenvolvimento e à veiculação de programas de Ensino a Distância. Entre as alternativas abaixo, marque a que NÃO está de acordo com o disposto no referido artigo.

 

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1655811 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: IF-RJ
Orgão: IF-RJ

RAÍZES DO BRASIL

Nas formas de vida coletiva podem assinalar-se dois princípios que se combatem e regulam diversamente as atividades dos homens. Esses dois princípios encarnam-se nos tipos do aventureiro e do trabalhador. Já nas sociedades rudimentares, manifestam-se eles, segundo sua predominância, na distinção fundamental entre os povos caçadores ou coletores e os povos lavradores. Para uns, o objeto final, a mira de todo esforço, o ponto de chegada, assume relevância tão capital que chega a dispensar, por secundários, por supérfluos, todos os processos intermediários. Seu ideal será colher o fruto sem plantar a árvore.

Esse tipo humano ignora as fronteiras. No fundo, tudo se apresenta a ele em generosa amplitude e, onde quer que se erija um obstáculo a seus propósitos ambiciosos, sabe transformar esse obstáculo em trampolim.

Vive dos espaços ilimitados, dos projetos vastos, dos horizontes distantes. O trabalhador, ao contrário, é aquele que enxerga primeiro a dificuldade a vencer, não o triunfo a alcançar. O esforço lento, pouco compensador e persistente, que, no entanto, mede todas as possibilidades de desperdício e sabe tirar o máximo proveito do insignificante, tem sentido nítido para ele. Seu campo visual é naturalmente restrito. A parte, maior que o todo.

Existe uma ética do trabalho, como existe uma ética da aventura. Assim, o indivíduo do tipo trabalhador só atribuirá valor moral positivo às ações que sente ânimo de praticar e, inversamente, terá por imorais e detestáveis as qualidades próprias do aventureiro: audácia, imprevidência, irresponsabilidade, instabilidade, vagabundagem, tudo, enfim, quanto se relacione com a concepção espaçosa do mundo, característica desse tipo.

Por outro lado, as energias e esforços que se dirigem a uma recompensa imediata são enaltecidos pelos aventureiros, as energias que visam à estabilidade, à paz, à segurança pessoal e aos esforços sem perspectivas de rápido proveito passam, ao contrário, por viciosos e desprezíveis para eles. Nada lhes parece mais estúpido e mesquinho do que o ideal do trabalhador.

(HOLANDA Sérgio Buarque de.Raízes do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1999.)

A leitura do último período do texto permite ao leitor perceber que

 

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1636249 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: IF-RJ
Orgão: IF-RJ

RAÍZES DO BRASIL

Nas formas de vida coletiva podem assinalar-se dois princípios que se combatem e regulam diversamente as atividades dos homens. Esses dois princípios encarnam-se nos tipos do aventureiro e do trabalhador. Já nas sociedades rudimentares, manifestam-se eles, segundo sua predominância, na distinção fundamental entre os povos caçadores ou coletores e os povos lavradores. Para uns, o objeto final, a mira de todo esforço, o ponto de chegada, assume relevância tão capital que chega a dispensar, por secundários, por supérfluos, todos os processos intermediários. Seu ideal será colher o fruto sem plantar a árvore.

Esse tipo humano ignora as fronteiras. No fundo, tudo se apresenta a ele em generosa amplitude e, onde quer que se erija um obstáculo a seus propósitos ambiciosos, sabe transformar esse obstáculo em trampolim.

Vive dos espaços ilimitados, dos projetos vastos, dos horizontes distantes. O trabalhador, ao contrário, é aquele que enxerga primeiro a dificuldade a vencer, não o triunfo a alcançar. O esforço lento, pouco compensador e persistente, que, no entanto, mede todas as possibilidades de desperdício e sabe tirar o máximo proveito do insignificante, tem sentido nítido para ele. Seu campo visual é naturalmente restrito. A parte, maior que o todo.

Existe uma ética do trabalho, como existe uma ética da aventura. Assim, o indivíduo do tipo trabalhador só atribuirá valor moral positivo às ações que sente ânimo de praticar e, inversamente, terá por imorais e detestáveis as qualidades próprias do aventureiro: audácia, imprevidência, irresponsabilidade, instabilidade, vagabundagem, tudo, enfim, quanto se relacione com a concepção espaçosa do mundo, característica desse tipo.

Por outro lado, as energias e esforços que se dirigem a uma recompensa imediata são enaltecidos pelos aventureiros, as energias que visam à estabilidade, à paz, à segurança pessoal e aos esforços sem perspectivas de rápido proveito passam, ao contrário, por viciosos e desprezíveis para eles. Nada lhes parece mais estúpido e mesquinho do que o ideal do trabalhador.

(HOLANDA Sérgio Buarque de.Raízes do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1999.)

Tirar o máximo proveito do insignificante é marca registrada de

 

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1635373 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: IF-RJ
Orgão: IF-RJ

RAÍZES DO BRASIL

Nas formas de vida coletiva podem assinalar-se dois princípios que se combatem e regulam diversamente as atividades dos homens. Esses dois princípios encarnam-se nos tipos do aventureiro e do trabalhador. Já nas sociedades rudimentares, manifestam-se eles, segundo sua predominância, na distinção fundamental entre os povos caçadores ou coletores e os povos lavradores. Para uns, o objeto final, a mira de todo esforço, o ponto de chegada, assume relevância tão capital que chega a dispensar, por secundários, por supérfluos, todos os processos intermediários. Seu ideal será colher o fruto sem plantar a árvore.

Esse tipo humano ignora as fronteiras. No fundo, tudo se apresenta a ele em generosa amplitude e, onde quer que se erija um obstáculo a seus propósitos ambiciosos, sabe transformar esse obstáculo em trampolim.

Vive dos espaços ilimitados, dos projetos vastos, dos horizontes distantes. O trabalhador, ao contrário, é aquele que enxerga primeiro a dificuldade a vencer, não o triunfo a alcançar. O esforço lento, pouco compensador e persistente, que, no entanto, mede todas as possibilidades de desperdício e sabe tirar o máximo proveito do insignificante, tem sentido nítido para ele. Seu campo visual é naturalmente restrito. A parte, maior que o todo.

Existe uma ética do trabalho, como existe uma ética da aventura. Assim, o indivíduo do tipo trabalhador só atribuirá valor moral positivo às ações que sente ânimo de praticar e, inversamente, terá por imorais e detestáveis as qualidades próprias do aventureiro: audácia, imprevidência, irresponsabilidade, instabilidade, vagabundagem, tudo, enfim, quanto se relacione com a concepção espaçosa do mundo, característica desse tipo.

Por outro lado, as energias e esforços que se dirigem a uma recompensa imediata são enaltecidos pelos aventureiros, as energias que visam à estabilidade, à paz, à segurança pessoal e aos esforços sem perspectivas de rápido proveito passam, ao contrário, por viciosos e desprezíveis para eles. Nada lhes parece mais estúpido e mesquinho do que o ideal do trabalhador.

(HOLANDA Sérgio Buarque de.Raízes do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1999.)

A expressão “Por outro lado [...|” prepara o leitor para a ideia de que

 

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