Foram encontradas 45 questões.
Em O Fazer e o Pensar dos Supervisores e Orientadores Educacionais, Garcia (2002) afirma que a orientação e a supervisão devem compartilhar uma função fundamental.
Marque a alternativa que apresenta, de forma totalmente correta, essa função.
Provas
Examine estes períodos.
I Mal sentiu rumores dentro de casa, ergueu-se. (Miguel Torga)
II. Fiz-lhe sinal que se calasse. (Machado de Assis)
III. Não, meu coração não é maior que o mundo. (Carlos Drummond de Andrade)
IV. Deu-me Deus o seu gládio, porque eu faça a sua santa guerra. (Fernando Pessoa)
Vocabulário:
gládio - espada.
Marque a afirmação totalmente correta.
Provas
Silva Jr. (1997) em Nove Olhares sobre a Supervisão focaliza a Organização do Trabalho na Escola Pública: o pedagógico e o administrativo na ação supervisora, numa análise crítica, histórica e política. Para ele, no Brasil, o supervisor escolar, inicialmente, desempenhava um papel
Provas
Luckesi (2000), em Avaliação da Aprendizagem Escolar, define o ato de planejar como uma atividade intencional pela qual se projetam fins e se estabelecem meios para atingi-los. Assim, é correto afirmar que
Provas
Leia o seguinte comentário:
As três famílias de orações subordinadas (substantivas, adjetivas e adverbiais) podem ser desenvolvidas, quando têm conectivo ou reduzidas, quando o verbo está numa das suas formas nominais.
(GARCIA, Othon M. Comunicação em Prosa Moderna, RJ: Fundação Getúlio Vargas, 1978.)
Com base nesse enunciado, assinale a única opção em que há oração subordinada reduzida.
Provas
Para Vygotsky, a intervenção pedagógica provoca avanços que não ocorreriam espontaneamente. Com base no postulado de Vygotsky sobre o desenvolvimento e a aprendizagem, analise estas afirmativas, marcando com V as verdadeiras e com F as falsas. Em seguida, assinale a alternativa correta, considerando, de cima para baixo, as letras V e F.
1. ( ) O desenvolvimento precede a aprendizagem.
2. ( ) A aprendizagem é fundamental para o desenvolvimento do sujeito desde o seu nascimento.
3. ( ) A aprendizagem desperta processos internos de desenvolvimento que só podem ocorrer quando o indivíduo interage com outras pessoas.
4. ( ) O desenvolvimento ocorre em etapas sucessivas de acordo com a maturação biológica.
Provas
A LDB (Lei Nº. 9.394/96), em seu Art. 80, trata das formas de incentivo do Poder Público ao desenvolvimento e à veiculação de programas de Ensino a Distância. Entre as alternativas abaixo, marque a que NÃO está de acordo com o disposto no referido artigo.
Provas
RAÍZES DO BRASIL
Nas formas de vida coletiva podem assinalar-se dois princípios que se combatem e regulam diversamente as atividades dos homens. Esses dois princípios encarnam-se nos tipos do aventureiro e do trabalhador. Já nas sociedades rudimentares, manifestam-se eles, segundo sua predominância, na distinção fundamental entre os povos caçadores ou coletores e os povos lavradores. Para uns, o objeto final, a mira de todo esforço, o ponto de chegada, assume relevância tão capital que chega a dispensar, por secundários, por supérfluos, todos os processos intermediários. Seu ideal será colher o fruto sem plantar a árvore.
Esse tipo humano ignora as fronteiras. No fundo, tudo se apresenta a ele em generosa amplitude e, onde quer que se erija um obstáculo a seus propósitos ambiciosos, sabe transformar esse obstáculo em trampolim.
Vive dos espaços ilimitados, dos projetos vastos, dos horizontes distantes. O trabalhador, ao contrário, é aquele que enxerga primeiro a dificuldade a vencer, não o triunfo a alcançar. O esforço lento, pouco compensador e persistente, que, no entanto, mede todas as possibilidades de desperdício e sabe tirar o máximo proveito do insignificante, tem sentido nítido para ele. Seu campo visual é naturalmente restrito. A parte, maior que o todo.
Existe uma ética do trabalho, como existe uma ética da aventura. Assim, o indivíduo do tipo trabalhador só atribuirá valor moral positivo às ações que sente ânimo de praticar e, inversamente, terá por imorais e detestáveis as qualidades próprias do aventureiro: audácia, imprevidência, irresponsabilidade, instabilidade, vagabundagem, tudo, enfim, quanto se relacione com a concepção espaçosa do mundo, característica desse tipo.
Por outro lado, as energias e esforços que se dirigem a uma recompensa imediata são enaltecidos pelos aventureiros, as energias que visam à estabilidade, à paz, à segurança pessoal e aos esforços sem perspectivas de rápido proveito passam, ao contrário, por viciosos e desprezíveis para eles. Nada lhes parece mais estúpido e mesquinho do que o ideal do trabalhador.
(HOLANDA Sérgio Buarque de.Raízes do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1999.)
A leitura do último período do texto permite ao leitor perceber que
Provas
RAÍZES DO BRASIL
Nas formas de vida coletiva podem assinalar-se dois princípios que se combatem e regulam diversamente as atividades dos homens. Esses dois princípios encarnam-se nos tipos do aventureiro e do trabalhador. Já nas sociedades rudimentares, manifestam-se eles, segundo sua predominância, na distinção fundamental entre os povos caçadores ou coletores e os povos lavradores. Para uns, o objeto final, a mira de todo esforço, o ponto de chegada, assume relevância tão capital que chega a dispensar, por secundários, por supérfluos, todos os processos intermediários. Seu ideal será colher o fruto sem plantar a árvore.
Esse tipo humano ignora as fronteiras. No fundo, tudo se apresenta a ele em generosa amplitude e, onde quer que se erija um obstáculo a seus propósitos ambiciosos, sabe transformar esse obstáculo em trampolim.
Vive dos espaços ilimitados, dos projetos vastos, dos horizontes distantes. O trabalhador, ao contrário, é aquele que enxerga primeiro a dificuldade a vencer, não o triunfo a alcançar. O esforço lento, pouco compensador e persistente, que, no entanto, mede todas as possibilidades de desperdício e sabe tirar o máximo proveito do insignificante, tem sentido nítido para ele. Seu campo visual é naturalmente restrito. A parte, maior que o todo.
Existe uma ética do trabalho, como existe uma ética da aventura. Assim, o indivíduo do tipo trabalhador só atribuirá valor moral positivo às ações que sente ânimo de praticar e, inversamente, terá por imorais e detestáveis as qualidades próprias do aventureiro: audácia, imprevidência, irresponsabilidade, instabilidade, vagabundagem, tudo, enfim, quanto se relacione com a concepção espaçosa do mundo, característica desse tipo.
Por outro lado, as energias e esforços que se dirigem a uma recompensa imediata são enaltecidos pelos aventureiros, as energias que visam à estabilidade, à paz, à segurança pessoal e aos esforços sem perspectivas de rápido proveito passam, ao contrário, por viciosos e desprezíveis para eles. Nada lhes parece mais estúpido e mesquinho do que o ideal do trabalhador.
(HOLANDA Sérgio Buarque de.Raízes do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1999.)
Tirar o máximo proveito do insignificante é marca registrada de
Provas
RAÍZES DO BRASIL
Nas formas de vida coletiva podem assinalar-se dois princípios que se combatem e regulam diversamente as atividades dos homens. Esses dois princípios encarnam-se nos tipos do aventureiro e do trabalhador. Já nas sociedades rudimentares, manifestam-se eles, segundo sua predominância, na distinção fundamental entre os povos caçadores ou coletores e os povos lavradores. Para uns, o objeto final, a mira de todo esforço, o ponto de chegada, assume relevância tão capital que chega a dispensar, por secundários, por supérfluos, todos os processos intermediários. Seu ideal será colher o fruto sem plantar a árvore.
Esse tipo humano ignora as fronteiras. No fundo, tudo se apresenta a ele em generosa amplitude e, onde quer que se erija um obstáculo a seus propósitos ambiciosos, sabe transformar esse obstáculo em trampolim.
Vive dos espaços ilimitados, dos projetos vastos, dos horizontes distantes. O trabalhador, ao contrário, é aquele que enxerga primeiro a dificuldade a vencer, não o triunfo a alcançar. O esforço lento, pouco compensador e persistente, que, no entanto, mede todas as possibilidades de desperdício e sabe tirar o máximo proveito do insignificante, tem sentido nítido para ele. Seu campo visual é naturalmente restrito. A parte, maior que o todo.
Existe uma ética do trabalho, como existe uma ética da aventura. Assim, o indivíduo do tipo trabalhador só atribuirá valor moral positivo às ações que sente ânimo de praticar e, inversamente, terá por imorais e detestáveis as qualidades próprias do aventureiro: audácia, imprevidência, irresponsabilidade, instabilidade, vagabundagem, tudo, enfim, quanto se relacione com a concepção espaçosa do mundo, característica desse tipo.
Por outro lado, as energias e esforços que se dirigem a uma recompensa imediata são enaltecidos pelos aventureiros, as energias que visam à estabilidade, à paz, à segurança pessoal e aos esforços sem perspectivas de rápido proveito passam, ao contrário, por viciosos e desprezíveis para eles. Nada lhes parece mais estúpido e mesquinho do que o ideal do trabalhador.
(HOLANDA Sérgio Buarque de.Raízes do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1999.)
A expressão “Por outro lado [...|” prepara o leitor para a ideia de que
Provas
Caderno Container