Almeida (in PLACCO, et al., 2005) reflete sobre uma experiência por ela vivenciada enquanto técnica da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo e enquanto pesquisadora: o “Projeto Noturno” . Ele foi executado por 152 escolas, nos anos de 84 e 85 e, apesar do curto espaço de tempo de sua execução, foi a medida de maior impacto até hoje tomada para a melhoria do ensino noturno, na rede estadual. Sua principal característica foi o fato de as próprias escolas terem elaborado suas propostas de melhoria (o seu Projeto Noturno) a partir de sua problemática específica. Em função disso, a maioria das escolas apresentou como pontos positivos: diminuição do índice de evasão; melhor relacionamento professor- aluno; mudanças das técnicas de ensino, propiciando dinamização das aulas; concentração de esforços dos professores e melhor rendimento dos alunos.
De acordo com análise de Almeida, tais realizações devem-se, fundamentalmente, ao fato de que