Marilda Iamamoto, ao abordar a conjuntura macroeconômica das últimas décadas e seus reflexos no mundo do trabalho e nas expressões da questão social, afirma que estamos sob a égide da mundialização da economia, que está ancorada nos grupos industriais transnacionais, resultantes de processos de fusões e aquisições de empresas e das intervenções políticas dos Estados Nacionais em um contexto de financeirização da economia. Esse processo teve como fundamento tratados internacionais, como: