Há autores contemporâneos que têm se referido ao monopólio jesuítico da educação, nos primeiros séculos do Brasil Colonial, como “terceirização” da educação por parte da Coroa Portuguesa.
Assim sendo, pode-se considerar que, embora essa expressão cause estranheza por se reportar a um processo muito atual que só apareceu séculos depois no ambiente das organizações, ela serve para enfatizar o distanciamento do governo da Metrópole em relação às questões educacionais na Colônia e à transferência dessa responsabilidade para a Igreja Católica, que, nessa época, estava fortemente atrelada ao Estado.