Charles Spurgeon foi reconhecido como o “príncipe dos pregadores”. Em um de seus sermões, afirmou: “Oh! Quão gloriosamente um homem fala quando seus lábios são empolados com a brasa mais viva do altar – sentindo o poder ardente da verdade, não só em seu íntimo, mas nos próprios lábios com que ele fala” (SPURGEON apud OSBORNE, 2009, p. 563).
Considerando o texto acima, no que se refere a uma aplicação homilética, Spurgeon faz menção