A revista Carta Capital, em novembro de 2013, publicou um pequeno texto com o título de “Boa noite para você” cujos primeiros parágrafos eram os seguintes:
Trocar o dia pela noite faz mal à saúde, avisa um time de pesquisadores da Universidade do Texas, em Dallas. A pesquisa acaba de ser publicada na revista Science e pode desmentir a mística de que certas tarefas mentais podem ser estimuladas se embaladas pelo silêncio inspirador e criativo das madrugadas.
A imunologista Lora Hooper pilotou a pesquisa e as conclusões preocupantes dizem respeito à especialidade dela. Trabalho depois das 22 horas, “jetlag” e até mesmo entrar pela noite debruçado sobre o tablet ou o smartphone – isso pode contrariar o relógio interno de nosso corpo, que é programado para dois turnos de 12 horas, um de escuridão, outro de claridade. Quando esse ritmo é comprometido, compromete-se igualmente nosso sistema imune. Os genes que acertam o relógio biológico estão intimamente relacionados – afirma o estudo – a certas células imunes.
“Trocar o dia pela noite faz mal à saúde, avisa um time de pesquisadores da Universidade do Texas, em Dallas. A pesquisa acaba de ser publicada na revista Science e pode desmentir a mística de que certas tarefas mentais podem ser estimuladas se embaladas pelo silêncio inspirador e criativo das madrugadas”.
Nesse segmento do texto há cinco formas verbais sublinhadas; aquela forma verbal que tem seu valor indicado corretamente é: