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Foram encontradas 70 questões.

2644233 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: AL-MT
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O jornalista Carlos Chagas em A Gazeta digital, publicou o seguinte texto: “Durante a expansão árabe, quando o general Ibn-El-Abbas cercou Alexandria, hesitou sobre a ordem de destruir tudo, como vinha fazendo em outras cidades. Afinal, a então considerada capital do mundo estava plena de palácios, jardins, prédios públicos e a mais espetacular biblioteca jamais reunida no planeta. Até originais de Homero encontravam-se em suas prateleiras, se é que Homero existiu. Para não arcar sozinho com a responsabilidade, o general mandou consultar o califa, em Bagdá, sobre o que fazer com aquela riqueza excepcional. Veio a resposta: ‘se todos esses escritos concordam com o Al-Corão, são supérfluos e devem ser destruídos. Se discordam, são perniciosos e precisam ser queimados‘...”.
O argumento do califa é imperfeito porque
 

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2644202 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: AL-MT
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“Quando os figurões do governo Nixon envolvidos no escândalo de Watergate começaram a ir para a cadeia, um cômico americano imaginou os liderando um motim entre os presos, batendo nas mesas do refeitório com seus talheres e pedindo“Montrachet! Montrachet!” ou outro vinho da mesma estirpe para acompanhar a comida”.
A substituição de uma das formas verbais sublinhadas que está incorreta ou altera o sentido original do texto é:
 

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2644196 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: AL-MT
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O jornalista Carlos Chagas em A Gazeta digital, publicou o seguinte texto: “Durante a expansão árabe, quando o general Ibn-El-Abbas cercou Alexandria, hesitou sobre a ordem de destruir tudo, como vinha fazendo em outras cidades. Afinal, a então considerada capital do mundo estava plena de palácios, jardins, prédios públicos e a mais espetacular biblioteca jamais reunida no planeta. Até originais de Homero encontravam-se em suas prateleiras, se é que Homero existiu. Para não arcar sozinho com a responsabilidade, o general mandou consultar o califa, em Bagdá, sobre o que fazer com aquela riqueza excepcional. Veio a resposta: ‘se todos esses escritos concordam com o Al-Corão, são supérfluos e devem ser destruídos. Se discordam, são perniciosos e precisam ser queimados‘...”.
Chama-se “modalizador”, segundo Houaiss, “o elemento gramatical ou lexical por meio do qual o locutor manifesta determinada atitude em relação ao conteúdo do seu próprio enunciado”.
Nesse caso, a alternativa – retirada do texto anterior -em que o elemento sublinhado pode ser classificado como modalizador, é
 

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2644192 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: AL-MT
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A revista Carta Capital, em novembro de 2013, publicou um pequeno texto com o título de “Boa noite para você” cujos primeiros parágrafos eram os seguintes:
Trocar o dia pela noite faz mal à saúde, avisa um time de pesquisadores da Universidade do Texas, em Dallas. A pesquisa acaba de ser publicada na revista Science e pode desmentir a mística de que certas tarefas mentais podem ser estimuladas se embaladas pelo silêncio inspirador e criativo das madrugadas.
A imunologista Lora Hooper pilotou a pesquisa e as conclusões preocupantes dizem respeito à especialidade dela. Trabalho depois das 22 horas, “jetlag” e até mesmo entrar pela noite debruçado sobre o tablet ou o smartphone – isso pode contrariar o relógio interno de nosso corpo, que é programado para dois turnos de 12 horas, um de escuridão, outro de claridade. Quando esse ritmo é comprometido, compromete-se igualmente nosso sistema imune. Os genes que acertam o relógio biológico estão intimamente relacionados – afirma o estudo – a certas células imunes.
O texto anterior está enquadrado entre os textos informativos de tema científico. A característica que está presente nesse tipo de texto, tendo-se por base o texto lido, é
 

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2644168 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: AL-MT
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A prisão dos acusados do mensalão não é aceita sem questionamentos por parte do autor do texto, que coloca várias ressalvas no processo. Esse questionamento aparece particularmente na seguinte estratégia:
 

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2644160 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: AL-MT
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Quando do momento das prisões no processo do mensalão, Luís Fernando Veríssimo escreveu o texto a seguir.
Quando os figurões do governo Nixon envolvidos no escândalo de Watergate começaram a ir para a cadeia, um cômico americano imaginou-os liderando um motim entre os presos, batendo nas mesas do refeitório com seus talheres e pedindo “Montrachet! Montrachet!” ou outro vinho da mesma estirpe para acompanhar a comida. Se a prisão dos acusados do mensalão estiver mesmo inaugurando uma nova prática jurídica no país, o encarceramento de condenados sem distinção de nível social ou importância política, uma das consequências disso pode ser uma melhora dos serviços penitenciários para receber a nova clientela
O texto de Veríssimo cita um lance de humor, produzido por um cômico americano; a quebra de expectativa geradora de humor é produzida pelos elementos a seguir, à exceção de um. Assinale-o.
 

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2644133 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: AL-MT
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A revista Carta Capital, em novembro de 2013, publicou um pequeno texto com o título de “Boa noite para você” cujos primeiros parágrafos eram os seguintes:
Trocar o dia pela noite faz mal à saúde, avisa um time de pesquisadores da Universidade do Texas, em Dallas. A pesquisa acaba de ser publicada na revista Science e pode desmentir a mística de que certas tarefas mentais podem ser estimuladas se embaladas pelo silêncio inspirador e criativo das madrugadas.
A imunologista Lora Hooper pilotou a pesquisa e as conclusões preocupantes dizem respeito à especialidade dela. Trabalho depois das 22 horas, “jetlag” e até mesmo entrar pela noite debruçado sobre o tablet ou o smartphone – isso pode contrariar o relógio interno de nosso corpo, que é programado para dois turnos de 12 horas, um de escuridão, outro de claridade. Quando esse ritmo é comprometido, compromete-se igualmente nosso sistema imune. Os genes que acertam o relógio biológico estão intimamente relacionados – afirma o estudo – a certas células imunes.
A frase do texto que não mostra a ocorrência de voz passiva é:
 

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Enunciado 3049584-1
A imagem acima retrata um ato de protesto contra as alterações do Código Florestal realizado por estudantes, em 2011 nas ruas de Cuiabá. Em um dos cartazes dos manifestantes, lê-se: "Novo Código? Vôte!", indicando o desgosto dos cuiabanos com a votação das alterações do Código Florestal. A expressão "vôte" é uma gíria local, que significa algo como "cruzes!"ou "nossa!".
( Adaptado de: http://www. oeco.org.br/salada-verde/ 25167-cuiaba-vai-as-ruas-contra-alteracoes-no-codigo-florestal)
Com relação ao conteúdo desses protestos, analise as afirmativas a seguir.
I. Os manifestantes, criticam o projeto votado, que possibilita a redução da área de Reserva Legal,ou seja, da área de mata nativa que deve ser preservada dentro das propriedades.
II. Os manifestantes, criticam a redução das Áreas de Preservação Permanente, como beira de rios, topo de morros e encostas.
III. Os manifestantes se opõem à conversão das multas por desmatamento ilegal em reflorestamento, inclusive para os grandes proprietários.
Assinale:
 

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Fora de foco
Deve-se ao desenvolvimento de remédios e terapias, a partir de experimentos científicos em laboratórios com o uso de animais, parcela considerável do exponencial aumento da expectativa e da qualidade de vida em todo o mundo. É extensa a lista de doenças que, tidas como incuráveis até o início do século passado e que levavam à morte prematura ou provocavam sequelas irreversíveis, hoje podem ser combatidas com quase absoluta perspectiva de cura.
Embora, por óbvio, o homem ainda seja vítima de diversos tipos de moléstias para as quais a medicina ainda não encontrou lenitivos, a descoberta em alta escala de novos medicamentos, particularmente no último século, legou à Humanidade doses substanciais de fármacos, de tal forma que se tornou impensável viver sem eles à disposição em hospitais, clínicas e farmácias.
A legítima busca do homem por descobertas que o desassombrem do fantasma de doenças que podem ser combatidas com remédios e, em última instância, pelo aumento da expectativa de vida está na base da discussão sobre o emprego de animais em experimentos científicos. Usá-los ou não é um falso dilema, a começar pelo fato de que, se não todos, mas grande parte daqueles que combatem o emprego de cobaias em laboratórios em algum momento já se beneficiou da prescrição de medicamentos que não teriam sido desenvolvidos sem os experimentos nas salas de pesquisa.
É inegável que a opção pelo emprego de animais no desenvolvimento de fármacos implica uma discussão ética. Mas a questão não é se o homem deve ou não recorrer a cobaias; cientistas de todo o mundo, inclusive de países com pesquisas e indústria farmacêutica mais avançadas que o Brasil, são unânimes em considerar que a ciência ainda não pode prescindir totalmente dos testes com organismos vivos, em razão da impossibilidade de se reproduzir em laboratório toda a complexidade das cadeias de células. A discussão que cabe é em relação à escala do uso de animais, ou seja, até que ponto eles podem ser substituídos por meios de pesquisas artificiais, e que protocolo seguir para que, a eles recorrendo, lhes seja garantido o pressuposto da redução (ou mesmo eliminação) do sofrimento físico.
(O Globo, 21/11/2013)
“Usá-los ou não é um falso dilema, a começar pelo fato de que, se não todos, mas grande parte daqueles que combatem o emprego de cobaias em laboratórios em algum momento já se beneficiou da prescrição de medicamentos que não teriam sido desenvolvidos sem os experimentos nas salas de pesquisa”.
A partir desse segmento do texto, é correto inferir que
 

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2644094 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: AL-MT
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O ex-presidente francês Georges Pompidou declarou que “Das várias maneiras para se atingir o desastre, o jogo é a mais rápida; as mulheres, a mais agradável; e consultar economistas, a mais segura”.
A característica marcante da estruturação desse pensamento é
 

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