Para a determinação do teor de um antiviral X em comprimido, foi utilizada a cromatografia em fase líquida de alta eficiência. Além disso, foi preparada uma curva analítica, utilizando a injeção de soluções padrão de X na faixa de concentração de 10-90 μg/mL, sendo a injeção de cada solução realizada em triplicata. As condições de realização das medidas estão na tabela a seguir.
| Fase móvel (v/v) | Metanol:água (90:10) | Volume de injeção | 20 uL | |
| pH da fase móvel | 3,85 | Tempo de corrida | 10 min | |
| Fase estacionária | C18 | Comprimento de onda | 249 nm | |
| Temperatura da coluna | 25 ºC | Tempo de retenção | 8,323 min |
Após a obtenção da curva analítica, procedeu-se à injeção da solução da amostra, que foi preparada a partir da dissolução da massa pesada em triplicata, com média de 0,00734 g, e avolumada em balão volumétrico de 100 mL. O volume injetado dessa solução foi de 20 μL, em triplicata e nas mesmas condições cromatográficas descritas, obtendo-se três picos cujas áreas foram 1750,0; 1750,1 e 1749,9. A figura a seguir apresenta os resultados obtidos, tendo-se em A os cromatogramas e, em B, a curva analítica.

Considerando que a estimativa do desvio padrão da curva analítica e o coeficiente de determinação foram, respectivamente, 0,71 e 0,999, a concentração do antiviral na solução utilizada para injeção, o teor do antiviral no comprimido, o limite de quantificação LOQ e o limite de determinação LOD são, respectivamente,