O crescente tamanho e complexidade das empresas na época da Segunda Grande Guerra Mundial passaram a exigir modelos organizacionais mais bem definidos do que os que existiam. Tanto a Teoria Clássica, quanto a Teoria das Relações Humanas mostraram-se insuficientes para responder à nova demanda, que se tomara mais complexa. Assim, a manufatura e a fábrica brasileira se orientaram pelos princípios da Administração Científica, de Taylor, e da Administração Clássica, de Fayol, na incipiente engenharia industrial da época, enquanto os escritórios e repartições se orientaram pelo modelo: