De acordo com a obra “Tenho um aluno surdo e agora? Introdução à Libras e educação de surdos” de Lacerda e Santos (2013), o modelo de educação bilíngue de surdos “contrapõe-se ao modelo oralista porque considera o canal visuogestual de fundamental importância para a aquisição de linguagem da pessoa surda. E contrapõe-se à comunicação total porque defende um espaço efetivo para a língua de sinais no trabalho educacional; por isso, advoga que cada uma das línguas apresentadas ao surdo mantenha suas características próprias e que não se ‘misture’ uma com a outra”.
Nesse modelo, o que se propõe é que: