A organização, até algum tempo atrás, era facilmente controlável, com linhas de montagem repetitivas permitindo a medição do desempenho a administração da recompensa e do castigo. Hoje, o desempenho consiste em pensar melhores formas de garantir o bom resultado no trabalho, iniciando ações de melhoria, criando novos serviços, métodos e estratégias, e estas ações não são tão fáceis de “controlar”. Além disso, um alto nível de controle reduz os riscos sim, mas também a iniciativa e a criatividade. O controle excessivo destrói a motivação, chave mestra para o êxito atual. Sabemos que planejar e organizar representam aspectos mais abstratos do processo administrativo, enquanto as outras duas funções caracterizam aspectos mais concretos, determinando o trabalho efetivo com pessoas. São estas últimas que afetam decisivamente o clima organizacional e melhor caracterizam o que se conhece como: