Lea la siguiente cita sobre el imaginario del significante “imperativo” por parte de los estudiantes brasileños:
“A segunda identificação, que se estabelece quase automaticamente no âmbito da pedagogia de línguas, trata do uso de ‘imperativo’ como sinônimo de ‘modo imperativo’ enquanto modo de conjugação verbal. Facilmente podemos verificar que o fragmento ‘imperativo’ aparece no manual ou nos demais materiais didáticos, nas práticas de avaliação e na própria fala do professor quase sempre com esse sentido, que fica, no entanto, apenas implícito na maioria das vezes em que acontece”.
RODRIGUES, F. C. Imperativo e discurso pedagógico: relativizações necessárias para uma prática consciente. In: BRUNO, F. C. Ensino-aprendizagem de línguas estrangeiras: reflexão e prática. São Carlos: Claraluz, 2005. p. 82.
La identificación mencionada por Rodrigues (2005) no es la única posible, según la autora, para expresar el modo imperativo. Existe otra en relación con ese significante, pero poco presente en el imaginario del espacio pedagógico de la enseñanza del español a brasileños. Tal identificación sobre el imperativo sería