“[...] sempre entendendo que seria desejável, necessário mesmo, tentar educar o maior número possível de pessoas, sou radicalmente oposta às tendências de massificação e aos métodos da chamada ‘popularização’ da arte [...]. Respostas prontas para tudo, ou, antes, respostas pré-fabricadas para problemas também pré-fabricados. Alega-se constituir esta uma forma de ensino acessível às massas e único método prático de educação. Ao contrário, vejo um método de deseducação, ligado a uma atitude, no mínimo, de indiferença para com aqueles a quem se dirige o ensino. O próprio vocabulário usado revela o descaso pela individualidade das pessoas” (OSTROWER, 2013, p. 27). A partir desse fragmento textual de Fayga Ostrower, é correto afirmar que: