Homem, 29 anos, portador de diabetes mellitus tipo 1
desde os 17 anos, é trazido ao pronto atendimento por
sua namorada devido a quadro de fraqueza intensa, náuseas, dor abdominal difusa e respiração ofegante com início na manhã do mesmo dia. Ela relata que o paciente
havia interrompido o uso de insulina basal, há 3 dias,
porque acreditou que estava “comendo pouco demais”
devido a uma virose. Depois disso, evoluiu com poliúria, polidipsia e perda acentuada de peso. Na avaliação
de admissão: Estado geral: sonolento, porém despertável; Glasgow: 14; PA: 102 x 64 mmHg; FC: 124 bpm;
FR: 28 irpm, respiração profunda e ruidosa; SpO2: 97%
em ar ambiente; Temperatura: 37,4 ºC. Pele seca, turgor
diminuído. Halitose cetótica evidente. Abdome: dor difusa à
palpação, sem sinais de irritação peritoneal. Exames laboratoriais iniciais: Glicemia: 458 mg/dL; pH arterial: 7,09;
HCO3: 8 mEq/L; pCO2: 22 mmHg; Potássio: 4,9 mEq/L;
Sódio: 132 mEq/L; Cetonas séricas fortemente positivas;
Lactato: 1,9 mmol/L; Creatinina: 1,4 mg/dL. Foi puncionado acesso venoso calibroso e iniciada monitorização.
O paciente encontra-se hemodinamicamente estável.
Diante desse quadro, a primeira intervenção terapêutica apropriada é
Diante desse quadro, a primeira intervenção terapêutica apropriada é