Foram encontradas 40 questões.
Uma mulher de 43 anos, previamente saudável, procura
o pronto atendimento após início súbito de falta de ar,
enquanto subia escadas em seu trabalho. Ela relata que
a dispneia não melhorou com repouso e está acompanhada de dor torácica lateral, que piora com a inspiração
profunda. Há três semanas, fraturou o tornozelo e tem
permanecido com imobilização e mobilidade limitada.
Não faz uso de anticoagulantes e nega febre, tosse
produtiva ou sintomas gripais. Na admissão, encontra-se
ansiosa, taquipneica e pálida; FR: 26 irpm, SpO2: 90%;
FC: 18 bpm, PA: 118 x 76 mmHg. A ausculta cardíaca
mostra taquicardia sem sopros, e a ausculta pulmonar
apresenta murmúrio vesicular preservado, porém com
dor à palpação torácica lateral direita. Alguns exames
rápidos são realizados no setor: ECG: taquicardia sinusal;
Gasometria: leve hipoxemia e hipocapnia; D-dímero:
elevado. A paciente mantém-se hemodinamicamente
estável, porém bastante dispneica. Não há sinais de
pneumotórax ou infecção.
A partir do exposto, qual o próximo passo apropriado na condução desse caso?
A partir do exposto, qual o próximo passo apropriado na condução desse caso?
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Um homem de 46 anos, sem doenças conhecidas, é
trazido pelo resgate após tentar conter um incêndio
doméstico. Ao entrar no ambiente fechado para retirar
um familiar, permaneceu exposto à chama direta e
grande quantidade de fumaça por aproximadamente
cinco minutos. Na chegada ao pronto atendimento, está
consciente, porém agitado e com queixas de dor intensa
no tórax e nos membros superiores. A pele do tórax
anterior apresenta áreas extensas com aspecto esbranquiçado e perda de sensibilidade ao toque, intercaladas
com regiões de eritema e bolhas rotas. Os antebraços
mostram áreas circulares de escurecimento e rigidez,
com pulsos radiais palpáveis, porém diminuídos em
comparação ao membro inferior. Há fuligem ao redor da
boca e no interior das narinas, além de ela apresentar
rouquidão desde o momento do acidente. Sinais vitais:
PA: 118 x 72 mmHg; FC: 128 bpm; FR: 28 irpm; SpO2:
92% em O2
por cateter nasal. Ele apresenta respiração
ruidosa, com esforço evidente, e relata sensação de
“aperto na garganta”. Não há outras lesões traumáticas
evidentes. A equipe prepara acesso venoso periférico e
mede pressão no compartimento do antebraço, encontrada discretamente elevada, porém sem sinais imediatos
de síndrome compartimental instalada. A oximetria de
pulso mostra oscilação entre 88% e 92%, sem melhora
consistente com aumento do fluxo de oxigênio no cateter.
De acordo com o quadro descrito, qual é a intervenção prioritária nesse momento?
De acordo com o quadro descrito, qual é a intervenção prioritária nesse momento?
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Homem, 59 anos, hipertenso e obeso, procura o pronto
atendimento após desenvolver dor intensa no pé direito
há cerca de 24 horas. Ele relata que a dor começou
de forma abrupta, durante a madrugada, a ponto de acordá-lo, e evoluiu rapidamente com aumento de volume no
local e leve hiperemia. Está com dificuldade para caminhar e refere que até o toque do lençol causa desconforto
importante. Há três semanas, iniciou tratamento com um
diurético tiazídico para controle da pressão arterial. Há
1 dia, participou de um almoço com consumo maior de
carne vermelha e bebidas alcoólicas. Não usa outros
medicamentos e não tem história de trauma no pé. No
exame físico, apresenta calor, edema e rubor importantes
na região da articulação metatarsofalangeana do hálux
direito, extremamente dolorosa à palpação. Temperatura
corporal: 37,2 ºC; PA: 132 x 82 mmHg e não há linfangite
ou ferida aparente. Ele consegue mover o pé, mas com
dor exacerbada. Foram colhidos alguns exames na avaliação inicial: Leucócitos discretamente elevados; PCR
moderadamente aumentada e ácido úrico: 8,9 mg/dL.
Considerando o quadro clínico, o momento atual e que não há contraindicações formais para nenhum medicamento, qual a conduta apropriada?
Considerando o quadro clínico, o momento atual e que não há contraindicações formais para nenhum medicamento, qual a conduta apropriada?
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Mulher de 54 anos, previamente saudável, procura o
pronto atendimento após três dias de febre alta, calafrios
intensos, prostração e queda acentuada do estado geral.
Ela relata dor abdominal difusa, desde a manhã, e náuseas persistentes. Na admissão, Temperatura: 39,4 ºC;
FC: 122 bpm; PA: 98 x 62 mmHg e perfusão periférica
lenta. A respiração está acelerada, com 24 incursões por
minuto. O exame físico mostra paciente bastante comprometida, com mucosas secas, sensibilidade abdominal difusa sem sinais de irritação peritoneal e ausculta
pulmonar sem alterações relevantes. Não há rigidez de
nuca nem sinais de foco evidente. A glicemia capilar é
114 mg/dL.
Além da coleta de culturas, a conduta inicial apropriada, nesse momento, é
Além da coleta de culturas, a conduta inicial apropriada, nesse momento, é
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Uma mulher de 69 anos, hipertensa e com diagnóstico
conhecido de doença renal crônica estágio 3, procura o
pronto atendimento após dois dias de vômitos frequentes e redução importante do volume urinário. Refere que
mal conseguiu se alimentar e manteve baixa ingestão de
líquidos. Encontra-se sonolenta, com mucosas secas e
PA: de 92 x 58 mmHg. Exame de triagem laboratorial:
Creatinina: 3,1 mg/dL (prévia: 1,6 mg/dL); ureia elevada. Não há febre nem sinais de infecção.
Nesse contexto, é correto afirmar que a conduta inicial apropriada é
Nesse contexto, é correto afirmar que a conduta inicial apropriada é
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Homem, 61 anos, com antecedente de insuficiência cardíaca e tabagismo, é encontrado caído no quintal de casa pela
esposa. Ela relata que ele estava cortando madeira quando, subitamente, deixou cair as ferramentas e caiu de joelhos
antes de desabar completamente. Ao chegar ao lado dele, percebeu que estava inconsciente e não respondia a estímulos.
A equipe de atendimento pré-hospitalar chega em seis minutos. O paciente está inconsciente, sem movimentos respiratórios visíveis e sem pulso central palpável. A pele está fria e há episódios esparsos de respiração irregular e ofegante.
O monitor cardíaco mostra ritmo irregular com complexos ventriculares desorganizados, variando de ondas rápidas a
traçados de baixa amplitude. São iniciadas compressões torácicas de alta qualidade. Após cerca de dois minutos de RCP,
o ritmo é reavaliado e permanece desorganizado, sem complexos identificáveis. A equipe dispõe de desfibrilador, acesso
venoso periférico e materiais básicos para via aérea, além de adrenalina.
Diante desse cenário, qual a intervenção imediata apropriada?
Diante desse cenário, qual a intervenção imediata apropriada?
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Um homem de 74 anos, hipertenso e coronariopata, é levado ao pronto atendimento após episódio de tontura intensa
seguido de queda ao tentar levantar-se da cama pela manhã. A família relata que ele vinha se queixando de fadiga
incomum, nos últimos dois dias, e que, na noite anterior, apresentou breve mal-estar indiscriminado, mas recusou
atendimento. Ele usa betabloqueador e nitrato diariamente e nega mudanças recentes na dosagem. Na chegada, encontra-se pálido, com sudorese fria e ligeiramente confuso. PA: 82 x 58 mmHg e respiração regular. Não há sinais de trauma
decorrente da queda. A ausculta cardíaca revela ritmo bradicárdico, sem sopros evidentes. Os pulsos são fracos, porém
palpáveis, e a perfusão periférica está reduzida. A glicemia capilar está normal. Potássio: 4,2 mEq/L, colhido rapidamente
na triagem. O paciente mantém-se hipotenso, apesar de reposição volêmica inicial com cristaloide. O eletrocardiograma a
seguir foi solicitado:
Diante dos dados e da imagem apresentados, é correto afirmar que a intervenção inicial apropriada é
Diante dos dados e da imagem apresentados, é correto afirmar que a intervenção inicial apropriada é
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Uma mulher de 68 anos, portadora de insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida e doença pulmonar
obstrutiva crônica avançada, é trazida ao pronto atendimento pela filha devido a perda progressiva de peso
nos últimos três meses. Segundo a filha, a paciente “está
minguando”, perdeu mais de 10 kg, no período, e tem
comido muito pouco, afirmando sentir-se sem apetite e
cansada até para mastigar. Ela refere fraqueza intensa ao
se levantar da cama, episódios frequentes de tontura ao
caminhar e incapacidade de realizar tarefas simples, como
tomar banho sem ajuda. Nos últimos dias, passou a ficar
grande parte do tempo na cama, despertando em geral
prostrada. No exame físico, está muito emagrecida, com
musculatura temporal visivelmente atrófica, clavículas
proeminentes e perda de massa muscular em membros
inferiores. PA: 96 x 62 mmHg; FC: 108 bpm; FR: 22 irpm
e SpO2: 94% em repouso. A mucosa oral encontra-se
seca, e há discreto edema maleolar bilateral. Está consciente, mas responde de forma lenta e monotônica.
A filha relata que não há febre, diarreia ou vômitos. Não
há sinais de processo infeccioso ativo no exame.
Considerando esse cenário, qual a conduta inicial apropriada?
Considerando esse cenário, qual a conduta inicial apropriada?
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Uma jovem de 22 anos, previamente saudável, é avaliada no pronto atendimento após episódio de desmaio
durante apresentação acadêmica. Ela relata que estava
em pé há vários minutos, sentiu calor súbito, tontura, visão escurecida e náuseas antes de perder a consciência.
Colegas afirmam que ela caiu lentamente, sem rigidez
corporal ou movimentos anormais, e recuperou-se em
cerca de 30 segundos, acordando pálida, mas orientada.
No hospital, encontra-se afebril, hidratada e sem queixas.
PA: 108 x 70 mmHg em repouso, com leve queda para
96 x 68 mmHg ao se levantar; FC: passa de 78 para
102 bpm na ortostase. Ausculta cardíaca e pulmonar
normais. Ausência de déficit neurológico.Glicemia capilar normal. Relata que dormiu mal na noite anterior, não
tomou café da manhã e estava bastante ansiosa com a
apresentação. Não usa medicamentos e não há história
familiar de morte súbita.
Com base no relato apresentado, é correto afirmar que a conduta apropriada, nesse momento, é
Com base no relato apresentado, é correto afirmar que a conduta apropriada, nesse momento, é
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Mulher, 36 anos, previamente hígida, é trazida ao
pronto atendimento após apresentar um episódio
súbito de perda de consciência enquanto conversava
com colegas no trabalho. Testemunhas relatam que
ela caiu da cadeira, apresentou rigidez generalizada,
seguida de abalos tônico-clônicos, por aproximadamente dois minutos, com liberação de saliva espumosa e
leve mordedura de língua. Após o evento, permaneceu
confusa e sonolenta por cerca de 20 minutos. Na chegada
ao hospital, encontra-se mais desperta, porém desorientada no tempo, e com cefaleia intensa. Nega uso de drogas recreativas ou novos medicamentos. Refere apenas
uma infecção respiratória alta há cerca de uma semana.
Na avaliação inicial: PA: 128 x 82 mmHg; FC: 104 bpm;
temperatura: 37,8 ºC; glicemia capilar: 102 mg/dL. O
exame neurológico mostra lentificação psicomotora e
discreta dificuldade de nomeação, mas sem déficits motores localizados. Pupilas simétricas e reativas. Ausência
de sinais meníngeos. Foram realizados alguns exames iniciais no pronto atendimento: Sódio: 132 mEq/L; Potássio:
4,3 mEq/L; Magnésio: 1,7 mg/dL; Hemograma sem alterações relevantes. A tomografia de crânio sem contraste
não revelou hemorragia ou lesões expansivas. A paciente
permanece estável, porém ainda com leve sonolência e
sem novo episódio convulsivo.
Considerando o quadro e o momento atual do atendimento, qual é a próxima conduta apropriada?
Considerando o quadro e o momento atual do atendimento, qual é a próxima conduta apropriada?
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