Paciente A.B.C. sexo masculino, 3 anos de idade, não frequenta escola, encaminhado pela própria família, tem como motivo da consulta a queixa que não fala. Raramente apresenta comportamento indicativo de comunicação intencional. Na observação comportamental, não foram registradas palavras, há um padrão restrito e repetitivo no manuseio dos brinquedos, a compreensão da linguagem foi prejudicada pela dificuldade de interação social. Na avaliação audiológica infantil, apresenta respostas inconsistentes. Os testes audiológicos objetivos foram normais. Baseado no relato, o caso tem como hipótese diagnóstica fonoaudiológica: