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Mariana, 2 anos e 10 meses de idade, tem a seguinte avaliação audiológica: avaliação eletrofisiológica por potenciais evocados auditivos de tronco cerebral (ABR/BERA/PEATE) com ausência de respostas ao clique na intensidade máxima do equipamento (equivalente a 100 dB NA), em ambas as orelhas; curvas timpanométricas tipo A (Jerger) com reflexos acústicos contralaterais e ipsilaterais ausentes, em ambas as orelhas; respostas do tipo localização lateral para sons graves acima de 70 dBA e à voz amplificada em 70 dB NA no campo livre; ausência de reflexo cócleo-palpebral. Não foi possível obter condicionamento para realização de audiometria por resposta de orientação condicionada (Suzuki e Ogiba) ou audiometria de reforço visual. Segundo a mãe, Mariana não emite sons inteligíveis e não compreende ordens verbais simples; comunica-se por meio de gestos e apresenta boa interação com seus familiares. A avaliação otorrinolaringológica não evidenciou alteração no exame físico e a avaliação neurológica demonstrou desenvolvimento neuropsicomotor adequado para a idade.
A respeito do caso descrito e dos procedimentos a serem adotados pelo fonoaudiólogo de Mariana, marque a opção CORRETA.
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Com base na leitura do texto que se segue, responda a questão.
Nem tudo por dinheiro
Por que aquele casal de moradores de rua de São Paulo devolveu os R$ 20 mil que encontrou na rua? Tenho me perguntado. Até fiz rápida enquete entre aqueles com quem convivo!$ ^{(I)} !$. Se você fosse morador de rua, devolveria o dinheiro confortavelmente acondicionado num saco plástico? Na pesquisa vapt-vupt, a devolução da grana venceu por larga maioria de votos. Mas eu, além de vencida, continuei inconformada: como dois pobres moradores de um viaduto da cidade de São Paulo recusaram a sorte e procuraram a polícia para devolver o dinheiro? Achado não é roubado, oras bolas.
Vinte mil reais para eles é uma pequena fortuna. É a loteria que poderia lhes assegurar um período de boa comida, boas roupas e um teto, ou até, se assim decidissem, a possibilidade de recomeçar uma vida cidadã.
Tentei me colocar no lugar dos dois – exercício de alteridade que não me levará muito longe. Só sabemos do que somos capazes na hora do pega pra capar. Não adianta arrotar regras. É só quando o Titanic começa a afundar é que nos confrontamos com o heroísmo ou a covardia de nós mesmos. Mas ainda assim me arrisquei, e concluí sem nenhuma dificuldade: Eu não devolveria o dinheiro, de jeito e maneira. Mudaria de viaduto, de bairro, de cidade, mas iria desfrutar de algum conforto por dias ou meses que fosse.
E, antes que um leitor mais ofendido me acuse de desonestidade, informo-lhe que me considero uma das pessoas mais honestas que conheço, dentro das regras que a lei e o convívio social me impõem. Nem precisava tanto. O que não me imuniza das tentações!$ ^{(III)} !$ – cada Titanic é um Titanic.
Continuei acompanhando as entrevistas de Rejaniel de Jesus Silva Santos e de sua mulher, Sandra Regina Domingues!$ ^{(IV)} !$, tentando decifrar as razões que os teriam levado a devolver o dinheiro. Ouço Rejaniel dizer aos jornalistas, ao lado dos policiais, que a primeira coisa que lhe veio à cabeça foi avisar a polícia. Está aí um motivo razoável para a devolução: o medo de ser pego com a grana, espancado e levado para o fundo da cadeia. Aos olhos da polícia e de muita gente que se considera de bem, morador de rua é um arremedo de ser humano.
Havia mais um motivo: Rejaniel queria que a mãe se orgulhasse de seu gesto. “A minha mãe me ensinou que não devo roubar e, se vir alguém roubando, devo avisar à polícia. Se ela me assistir pela TV lá no Maranhão!$ ^{(II)} !$ vai ver que o filho dela ainda é uma das pessoas mais honestas deste mundo.”
Aos poucos, fui entendendo as razões do casal. Rejaniel tem um valor supremo, que nenhuma imprevidência conseguiu lhe tirar: o amor à mãe e o desejo de que ela reconheça nele o filho que ela teve e criou.
Desde que devolveram o dinheiro, o casal tem sido tratado como gente. Almoços, lugar para dormir, entrevistas. Seria a soma desses valores e vantagens, a proteção da polícia, a admiração dos cidadãos, o amor à mãe, maior do que a pequena fortuna de R$ 20 mil? Talvez seja. Mas eu não me conformo.
FREITAS, Conceição. CORREIO BRAZILIENSE, Cidades, 11 de julho de 2012, p. 29.
Quanto à correção gramatical, julgue os itens abaixo e, em seguida, marque a opção CORRETA.
I. Em “Até fiz rápida enquete entre aqueles com quem convivo” , a permuta de ‘com quem’ para ‘que’ torna o trecho incorreto gramaticalmente;
II. Em “Se ela me assistir pela TV lá no Maranhão” , o pronome oblíquo ‘me’ está mal empregado em razão de ele ser um objeto direto e o verbo ‘assistir’ ser transitivo indireto;
III. Em “O que não me imuniza das tentações” – cada Titanic é um Titanic” , o travessão pode ser substituído pela conjunção explicativa ‘pois’ sem nenhuma outra exigência;
IV. Em “de sua mulher, Sandra Regina Domingues,” as duas vírgulas que separam o nome próprio podem ser suprimidas sem nenhum prejuízo semântico à frase.
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A atuação fonoaudiológica no âmbito escolar tem sido pautada numa nova proposta de criar condições favoráveis e eficazes para explorar as capacidades de cada aluno, visando não eliminar problemas, mas, sim, acreditando que determinadas experiências e situações facilitam e incrementam o desenvolvimento e a aprendizagem. Pensando na otimização do desenvolvimento e da aprendizagem no âmbito escolar, marque a opção INCORRETA em relação à atuação fonoaudióloga na escola.
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Quanto às regras de concordância verbal, marque a opção CORRETA.
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Percival Madeira Pinho, servidor público federal com estabilidade, é aprovado em novo concurso público para cargo em outro órgão da administração federal. Após a posse, Percival é considerado inabilitado no estágio probatório para exercício do novo cargo. Pretendendo voltar ao cargo de origem no serviço público, Percival poderá requerer
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Sobre as causas das patologias organofuncionais da voz, marque a opção INCORRETA.
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Sobre Triagem Auditiva Neonatal, é CORRETO afirmar:
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São funções laríngeas, EXCETO:
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