“As obras que emergem das religiões de matrizes africanas são a princípio estranhas à modernidade ocidental. Seus autores são desafiados a representar divindades – orixás, voduns, inquices, encantados – e a constituir espaços necessários às suas manifestações e ritos. Cada realização deve equacionar, portanto, respeito e imaginação, mantendo o que é imutável, criando sobre o que pode ser transformado.” (CONDURU, 2007, p. 31) A respeito da relação entre religião e arte afro-brasileira, pode-se afirmar que sua amplitude tende a: