Para a obtenção de volumes de árvores em inventários florestais, grande parte das empresas já tem equações volumétricas desenvolvidas para seus povoamentos. Pode ocorrer, entretanto, que em uma determinada área ainda não exista tal função disponível; neste caso, os volumes somente podem ser calculados pelo método volumétrico mais convencional, ou seja, utilizando-se o fator de forma para correção dos volumes cilíndricos. Considerando-se sua necessidade para aplicação nos estimadores do inventário, ele pode ser obtido da seguinte maneira:
I. Considerando-se o volume real da árvore média de uma parcela e dividindo-se tal valor pelo volume do cilindro dessa mesma árvore amostrada, tendo como base o DAP tomado a 1,30 m do solo e a altura total da árvore.
II. Considerando-se volume do cilindro de uma árvore média amostrada na parcela, tendo como base o DAP tomado a 1,30 m do solo e a altura total da árvore e dividindo-se tal valor pelo volume real da árvore obtido pelo método de Smalian.
III. Considerando-se uma amostragem de pelo menos 30 a 40 árvores em parcelas, com variações diamétricas dos menores aos maiores diâmetros. Após os cálculos de ambos os volumes reais e cilíndricos de todas as árvores, dividem-se os volumes reais pelo volumes cilíndricos para obtenção dos valores experimentais do fator de forma, dos quais se obtém finalmente o seu valor médio.
IV. O fator de forma é sinônimo de quociente de forma, ou seja, a razão entre volumes é igual à razão entre diâmetros tomados em diferentes alturas. Assim, basta tomar diâmetros a 7 metros nas árvores e dividi-los pelos diâmetros tomados a 1,30m do solo para se obter o fator de forma das árvores, cujos valores experimentais finalmente resultam em seu valor médio.
A(s) assertiva(s) CORRETA(S) é/são: