A infecção em revascularização dos membros inferiores é uma complicação grave e sua prevenção, controle e tratamento podem representar um desafio clínico ao cirurgião vascular. As taxas de morbidade e mortalidade são altas entre os pacientes que desenvolvem infecção pós-operatória. A infecção do enxerto é difícil de erradicar e, se não tratada adequadamente, pode causar falha da prótese, hemorragia ou sepse.
Com base nas afirmativas abaixo assinale a alternativa CORRETA.
I. As bactérias podem entrar em contato direto com os enxertos através das vias hematogênicas ou linfáticas.
II. A maioria dos casos de infecção ocorre no pós-operatório imediato (até 30 dias após o procedimento cirúrgico).
III. Infecções tardias se manifestam através de abscessos e fístulas cutâneas sempre nas áreas de anastomose.
IV. A ruptura da anastomose arterial, secundária à infecção, é caracterizada por massa pulsátil ou sangramento de coxa e panturrilha.
V. Embolia séptica é frequente. Sendo considerada, como um sinal clássico de sepse vascular, na forma de petéquias abaixo do conduto vascular infectado.