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1891022 Ano: 2018
Disciplina: Medicina
Banca: UFT
Orgão: UFT

A infecção em revascularização dos membros inferiores é uma complicação grave e sua prevenção, controle e tratamento podem representar um desafio clínico ao cirurgião vascular. As taxas de morbidade e mortalidade são altas entre os pacientes que desenvolvem infecção pós-operatória. A infecção do enxerto é difícil de erradicar e, se não tratada adequadamente, pode causar falha da prótese, hemorragia ou sepse.

Com base nas afirmativas abaixo assinale a alternativa CORRETA.

I. As bactérias podem entrar em contato direto com os enxertos através das vias hematogênicas ou linfáticas.

II. A maioria dos casos de infecção ocorre no pós-operatório imediato (até 30 dias após o procedimento cirúrgico).

III. Infecções tardias se manifestam através de abscessos e fístulas cutâneas sempre nas áreas de anastomose.

IV. A ruptura da anastomose arterial, secundária à infecção, é caracterizada por massa pulsátil ou sangramento de coxa e panturrilha.

V. Embolia séptica é frequente. Sendo considerada, como um sinal clássico de sepse vascular, na forma de petéquias abaixo do conduto vascular infectado.

 

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