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A partir dos conhecimentos básicos ultrassonográficos, assinale a alternativa que melhor descreve os parâmetros práticos na análise do doppler pulsado nos exames de ecografia vascular:
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Mulher, 58 anos, trazida ao Pronto Socorro do Hospital Geral de Palmas com queixa de dor forte em perna esquerda, abaixo do joelho há 5 horas. Antecedentes: hipertensão arterial sistêmica e tabagismo. Medicação diária: Captopril 50mg e hidroclorotiazida 25 mg. Exame físico: Regular estado geral, corada, hidratada, afebril, PA= 176x112mmHg, FC=98bpm, FR= 23irpm. Tórax: murmúrio vesicular presente, diminuído globalmente; coração: bulhas arrítmicas, sem sopros; Membro inferior esquerdo: pálido, com diminuição da temperatura, perda da sensibilidade a estímulos dolorosos no pé, não conseguindo movimentá-lo; ausência dos pulsos poplíteo, tibial posterior e pedioso à esquerda. Analise as afirmativas e assinale a alternativa CORRETA:
I. a perda da sensibilidade e da motricidade do pé indica gravidade.
II. após a embolectomia é esperada a síndrome compartimental.
III. reperfusão espontânea geralmente ocorre após 6 horas de evolução.
IV. associação de betabloqueador e cilostazol melhoram o prognóstico.
V. a heparinização e avaliação de fonte emboligênica é a primeira conduta à ser assumida.
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Por definição, consideram-se em isquemia crítica os membros acometidos de isquemia crônica progressiva, que necessitam de revascularização para manter sua viabilidade.
Qual alternativa indica melhor a necessidade real de amputação primária em isquemia crítica?
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A Oclusão Arterial Aguda (OAA) dos membros inferiores pode ser definida como uma deficiência súbita de perfusão sanguínea tecidual, levando à perda da capacidade funcional desses membros. Devido a este fato seu diagnóstico e tratamento devem serem instituídos rapidamente. Sobre o OAA é INCORRETO afirmar:
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A infecção em revascularização dos membros inferiores é uma complicação grave e sua prevenção, controle e tratamento podem representar um desafio clínico ao cirurgião vascular. As taxas de morbidade e mortalidade são altas entre os pacientes que desenvolvem infecção pós-operatória. A infecção do enxerto é difícil de erradicar e, se não tratada adequadamente, pode causar falha da prótese, hemorragia ou sepse.
Com base nas afirmativas abaixo assinale a alternativa CORRETA.
I. As bactérias podem entrar em contato direto com os enxertos através das vias hematogênicas ou linfáticas.
II. A maioria dos casos de infecção ocorre no pós-operatório imediato (até 30 dias após o procedimento cirúrgico).
III. Infecções tardias se manifestam através de abscessos e fístulas cutâneas sempre nas áreas de anastomose.
IV. A ruptura da anastomose arterial, secundária à infecção, é caracterizada por massa pulsátil ou sangramento de coxa e panturrilha.
V. Embolia séptica é frequente. Sendo considerada, como um sinal clássico de sepse vascular, na forma de petéquias abaixo do conduto vascular infectado.
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Desde a antiguidade são encontrados relatos a respeito de veias varicosas nos membros inferiores. Hipócrates (460- 377 a.C.) já notara a relação entre varizes e as úlceras nas pernas, recomendando que tais pacientes não devessem ficar em pé, sugerindo tratamento cirúrgico através de múltiplos traumatismos das veias varicosas com "instrumentos de ferro" Assinale a alternativa INCORRETA quanto ao tratamento convencional das varizes de membros inferiores.
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O grau mais avançado de alteração trófica na IVC é a formação da chamada úlcera venosa (úlcera de estase), que pode estar aberta ou cicatrizada, que dentro da classificação CEAP, corresponde respectivamente: C4 e C5
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Sobre o diagnóstico e tratamento da síndrome compartimental aguda na região distal da perna, assinale a opção INCORRETA:
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A complicação mais temida da revascularização é a síndrome de reperfusão ou síndrome metabólica mionefropática ou, ainda, síndrome de Haimovici, em homenagem a quem primeiro identificou como uma complicação da revascularização do membro gravemente isquêmico.
Considerando a fisiopatologia da isquemia e reperfusão assinale a alternativa INCORRETA.
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A grande complexidade anatômica do pescoço, fruto do acúmulo de estruturas nobres, vasculares, neurais e esplâncnicas, aliada à sintopia facial e torácica, faz de sua abordagem um permanente desafio.
Abaixo, estão listadas estruturas anatômicas que cruzam anteriormente a artéria carótidas interna, EXCETO:
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