Nos pacientes internados na unidade de terapia intensiva (UTI) existe um risco nutricional potencial, mas são inúmeras as dificuldades na aplicação dos parâmetros objetivos de avaliação nutricional devido às alterações metabólicas, sendo fundamental estabelecer objetivos adequados para avaliação. A partir dessas informações, avalie as afirmações a seguir.
I. O risco de hiperalimentação no paciente grave é iminente, portanto, o acompanhamento da intolerância metabólica é de suma importância devendo o nutricionista consultar semanalmente pelo menos os exames bioquímicos de glicemia, ureia, creatinina, triglicerídios séricos, enzimas hepáticas, pressão de oxigênio e gás carbônico.
II. Para avaliação do ritmo do catabolismo proteico, pode ser realizado o balanço nitrogenado, bem como monitoramento da terapia nutricional em relação a esse catabolismo, podendo direcionar de maneira mais eficaz a oferta proteica.
III. Para a escolha do peso a ser utilizado no cálculo de energia e proteínas do paciente na UTI, não há necessidade de considerar o estado nutricional anterior e pode-se escolher o peso habitual relatado pela família, uma vez que na maioria das situações não se consegue pesá-lo.
IV. Das proteínas séricas, a pré-albumina, em razão de sua vida útil de apenas 2 a 3 dias, pode ser mais sensível e de maior utilidade no acompanhamento nutricional do paciente grave.
É correto apenas o que se afirma em