A presença de uma “memória social” pode ser verificada em todas as sociedades. No entanto, a forma de vivenciar tal memória apresenta-se de modo distinto entre as sociedades. No que diz respeito às sociedades ocidentais modernas, por exemplo, a memória vincula-se à noção de um tempo linear, progressivo, enquanto, nas sociedades ditas “tradicionais”, o tempo ganha um caráter cíclico, de “eterno retorno”. Considerando a relação entre memória, tempo e patrimônio, é possível dizer que: