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Foram encontradas 40 questões.

2220676 Ano: 2014
Disciplina: Antropologia
Banca: IMPARH
Orgão: IPLANFOR
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Os acelerados processos de mudança social resultaram em desafios para os profissionais da antropologia, originariamente associada ao estudo de pequenas comunidades. Diante das configurações das sociedades contemporâneas, portanto, antropólogos empreenderam reavalições de suas produções, ao mesmo tempo em que buscaram reafirmar a especificidade dessa disciplina. Tendo como horizonte as dinâmicas das sociedades contemporâneas, tal especificidade pode ser relacionada com:
 

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2220639 Ano: 2014
Disciplina: Antropologia
Banca: IMPARH
Orgão: IPLANFOR
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A ideia de uma crise de identidade quanto ao objeto de investigação é quase contemporânea do nascimento da Antropologia. Logo após ter firmado seus próprios métodos, no início do século XX, destaca François Laplantine (1994, pp. 14-17, com adaptações), a Antropologia descobre que o objeto empírico que havia escolhido (as sociedades ditas “primitivas”) está desaparecendo. Marque a assertiva que NÃO corresponde às respostas encontradas pela antropologia para contornar sua crise de identidade.
 

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2220636 Ano: 2014
Disciplina: Antropologia
Banca: IMPARH
Orgão: IPLANFOR
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De acordo com Clifford Geertz (1978, pp. 101-142, com adaptações), a religião é “(1) um sistema de símbolos que atua para (2) estabelecer poderosas, penetrantes e duradouras disposições e motivações nos homens através da (3) formulação de conceitos de uma ordem de existência geral e (4) vestindo essas concepções com tal aura de fatualidade que (5) as disposições e motivações parecem singularmente realistas”. A partir dessa definição, Geertz entende os símbolos sagrados como:
I. elementos que funcionam para sintetizar o ethos de um povo e sua visão de mundo. Eles formulam uma congruência básica entre um estilo de vida particular e uma metafísica específica.
II. os símbolos são formulações tangíveis de noções, crenças, atitudes, julgamentos e ideias. Nesse sentido, a cruz é um exemplo de símbolo: falado, visualizado e modelado com as mãos quando a pessoa se benze.
III. os símbolos são o motor da religião. Esta ajusta as ações humanas a uma ordem cósmica imaginada e proporciona imagens da ordem cósmica no plano da existência, oferecendo uma ordenação da vida social.
São corretas as assertivas:
 

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2220627 Ano: 2014
Disciplina: Antropologia
Banca: IMPARH
Orgão: IPLANFOR
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Como importantes ações coletivas, organizadas com o propósito de expressar demandas e reivindicações da população, sabe-se que os movimentos sociais não podem ser concebidos sob uma perspectiva que os imobilize. Considerando, portanto, seu dinamismo, uma das principais características dos movimentos sociais na experiência contemporânea é:
 

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2220552 Ano: 2014
Disciplina: Antropologia
Banca: IMPARH
Orgão: IPLANFOR
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Levando-se em consideração alguns dos conceitos centrais da antropologia, indique a alternativa INCORRETA:
 

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2220532 Ano: 2014
Disciplina: Antropologia
Banca: IMPARH
Orgão: IPLANFOR
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Evans-Pritchard (1978, pp. 15-21) encontrou circunstâncias nada auspiciosas durante seu trabalho de campo entre os nueres. Os nueres estavam se recuperando de um brutal programa de “pacificação” por parte das autoridades coloniais e não tinham, por motivos mais do que legítimos, como propiciar uma acolhida hospitaleira a visitantes brancos. Da narrativa de sua experiência de campo, textualizada na introdução de Os Nuer, aprendemos que:
I. a relação de empatia com os “informantes” não é garantida a priori e supõe uma grande habilidade do antropólogo para contornar os conflitos que se mostram durante o trabalho de campo.
II. o fato de ter passado apenas um ano entre os nueres não o impediu de escrever um incontornável relato sobre a experiência daquele povo, sinalizando para o fato de que a qualidade das relações importa mais do que a sua duração.
III. as recusas encontradas no trabalho de campo indicavam que o antropólogo não era tratado como um superior, como havia acontecido em outros trabalhos de campo realizados por ele. O fato de ter sido tratado como um igual, sendo obrigado a contornar conflitos, talvez tenha ampliado o horizonte de suas descobertas.
IV.os informantes não são pessoas passivas e manipuláveis, podem não apenas sabotar uma investigação, mas também ridicularizar firmemente os esforços do antropólogo para extrair os fatos mais corriqueiros e as práticas mais inocentes.
São corretas as assertivas:
 

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Papa pede que celulares não atrapalhem conversas em família
O papa\( ^{D)} \) Francisco pediu nesta sexta-feira\( ^{C)} \) (23) que os aparelhos tecnológicos, como celulares e tablets, não atrapalhem as conversas em família que, para ele, são o berço da comunicação.
Em seu discurso anual pelo dia católico das comunicações, o pontífice afirmou que o uso dessas ferramentas pode tanto ajudar como prejudicar a comunicação entre as famílias. Ao mesmo tempo, podem ajudar as pessoas a se evitarem.
“O grande desafio que enfrentamos hoje é reaprender a falar uns com os outros, não simplesmente como gerar e consumir informação”, disse.
“Eles atrapalham quando se tornam uma via de escape para ouvir, se isolar, mas podem favorecer se ajudam a conversar e a dividir. Que as famílias orientem o nosso relacionamento com as tecnologias ao invés de serem guiadas por elas”, destacou.
Para Francisco, o núcleo familiar é o primeiro local onde as pessoas aprendem a comunicar e é preciso “voltar a esse momento para deixar a comunicação entre as pessoas mais autêntica e humana”.
“Em um mundo em que se gasta muito tempo em falar mal, semear a discórdia\( ^{B)} \), poluir as conversas com nosso ambiente humano, a família pode ser uma escola de comunicação abençoada. E a bênção deve permanecer, inevitavelmente, acima do ódio e da violência”, ressaltou.
O tema do dia da comunicação deste ano coincide com o encerramento de dois anos de discussões sobre a família que terão seu ponto alto em outubro, no Sínodo da Família, com a participação de bispos e cardeais.
Dentre os assuntos que possivelmente serão debatidos, estão o divórcio, as uniões estáveis, as crianças transgênero e a união homossexual.
(http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2015/01/1579399. Acesso em 25/01/15.)
Em conformidade com o AOLP (1990), em vigor desde 1º. de janeiro de 2009, marque a opção verdadeira.
 

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Papa pede que celulares não atrapalhem conversas em família
O papa Francisco pediu nesta sexta-feira (23) que os aparelhos tecnológicos, como celulares e tablets, não atrapalhem as conversas em família que, para ele, são o berço da comunicação.
Em seu discurso anual pelo dia católico das comunicações, o pontífice afirmou que o uso dessas ferramentas pode tanto ajudar como prejudicar a comunicação entre as famílias. Ao mesmo tempo, podem ajudar as pessoas a se evitarem.
“O grande desafio que enfrentamos hoje é reaprender a falar uns com os outros, não simplesmente como gerar e consumir informação”, disse.
“Eles atrapalham quando se tornam uma via de escape para ouvir, se isolar, mas podem favorecer se ajudam a conversar e a dividir. Que as famílias orientem o nosso relacionamento com as tecnologias ao invés de serem guiadas por elas”, destacou.
Para Francisco, o núcleo familiar é o primeiro local onde as pessoas aprendem a comunicar e é preciso “voltar a esse momento para deixar a comunicação entre as pessoas mais autêntica e humana”.
“Em um mundo em que se gasta muito tempo em falar mal, semear a discórdia, poluir as conversas com nosso ambiente humano, a família pode ser uma escola de comunicação abençoada. E a bênção deve permanecer, inevitavelmente, acima do ódio e da violência”, ressaltou.
O tema do dia da comunicação deste ano coincide com o encerramento de dois anos de discussões sobre a família que terão seu ponto alto em outubro, no Sínodo da Família, com a participação de bispos e cardeais.
Dentre os assuntos que possivelmente serão debatidos, estão o divórcio, as uniões estáveis, as crianças transgênero e a união homossexual.
(http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2015/01/1579399. Acesso em 25/01/15.)
Neste excerto “O papa Francisco pediu nesta sexta-feira (23) que os aparelhos tecnológicos, como celulares e tablets, não atrapalhem as conversas em família”, a relação de coesão entre “aparelhos tecnológicos” e “celulares e tablets” se dá por meio da:
 

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2220493 Ano: 2014
Disciplina: Antropologia
Banca: IMPARH
Orgão: IPLANFOR
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Roberto Cardoso de Oliveira (1988) tenta captar as características de algumas tradições antropológicas a partir do que define como a “matriz disciplinar da antropologia”. Essa matriz é caracterizada pelos paradigmas que marcaram e marcam o pensamento antropológico. Tais paradigmas são pensados no âmbito de duas tradições, definidas pelo autor como a intelectualista e a empirista. Eles supõem ainda uma referência à categoria “tempo”, traduzida em termos como “sincronia” e “diacronia”. Sobre tais paradigmas, seria INCORRETO afirmar que:
 

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2220472 Ano: 2014
Disciplina: Antropologia
Banca: IMPARH
Orgão: IPLANFOR
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A descoberta das diferenças pelos viajantes do século XVI introduziu a dúvida no edifício do pensamento europeu e constitui os prolegômenos ou a “pré-história” da antropologia. O renascimento, diz Laplantine (1994, pp. 37-53, com adaptações), começou a explorar espaços até então desconhecidos e passou a elaborar discursos sobre os habitantes que povoavam esses espaços. Analise as assertivas abaixo sobre esses discursos e sobre o confronto visual com alteridade, indicando, a seguir, a alternativa correta.
I. As primeiras observações e os primeiros discursos sobre esses povos “distantes” provêm de, pelo menos, duas fontes: as reações dos primeiros viajantes, a chamada “literatura de viagem”, e os relatórios dos missionários.
II. As grandes questões então colocadas que nasciam desse “primeiro confronto visual com a alteridade” eram as seguintes: Aqueles que acabaram de ser descobertos pertenciam à humanidade? O “selvagem” tem uma alma? O pecado original também lhe diz respeito? O critério essencial para saber se lhes convinha atribuir um estatuto humano era, nessa época, religioso. Os missionários se perguntavam pela possibilidade de levar a revelação aos “selvagens” e assim catequizá-los.
III. As respostas ideológicas relativas à descoberta das diferenças pelos viajantes do século XVI concorriam para um duplo discurso: havia aqueles que recusavam o estranho, apreendido a partir da falta, cujo corolário era a boa consciência que se tem sobre si e sua sociedade, remetendo a atitudes que iam desde a condescendência e a proteção paternalista do outro até sua exclusão; havia ainda aqueles que nutriam uma fascinação pelo estranho, cujo corolário era a má consciência que se tem sobre si e sua sociedade. Daí teríamos dois antípodas ou figuras para pensar o selvagem e o civilizado: para os primeiros, aqueles que recusavam o estranho, a figura era a do “mau selvagem e do bom civilizado” e, para aqueles fascinados pelo estranho, a figura era aquela do “bom selvagem e do mau civilizado”.
São corretas as assertivas:
 

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