Normalmente, nos exercícios e nas provas de redação, a linguagem deixa de cumprir qualquer função real, construindo- -se uma situação artificial, na qual o estudante, à revelia de sua vontade, é obrigado a escrever sobre um assunto em que não havia pensado antes, no momento em que não se propôs e, acima de tudo, tendo que demonstrar (esta é a prova) que sabe. E sabe o quê? Escrever. E bem. Além disso, que esteja claro que ele está sendo julgado, testado e, às vezes, até mesmo competindo.
(Brito, 2011.)
Diante do exposto, para que a linguagem desempenhe, nas atividades escolares, sua função real é necessário: