Artista responsável por transformar o espaço cênico num laboratório de possibilidades, embora a maioria de seus projetos nunca tenha sido executada. Em seus esboços e maquetes, ele começou a dar nova função à luz cênica, enfatizando as sombras e criando espaços com maior profundidade. Suas obras fundamentais encontram-se nos escritos A encenação do drama Wagneriano (1895), A música e a Encenação (1899) e A obra de Arte Viva (1921):