Mulher de 48 anos compareceu à Unidade Básica de Saúde de Acará, cursando com prurido cutâneo intenso e história de ter se automedicado com dipirona, sem comprometimento das vias aéreas e com sinais vitais estáveis. A usuária foi conduzida ao espaço adequado de escuta da demanda e, após a avaliação do risco biológico e da vulnerabilidade, o problema foi classificado como agudo com atendimento prioritário. Considerando o contexto e ainda o fluxograma de atendimento por classificação de risco/vulnerabilidade aos casos de reação anafilática de acolhimento à demanda espontânea, a conduta correta seria encaminhar a paciente