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A Equipe da Estratégia Saúde da Família (ESF) de Breu Branco, seguindo as recomendações do Programa Saúde na Escola (PSE), elaborou um calendário de avaliação clínica do desenvolvimento e crescimento de todas as crianças com idade entre 5 e 9 anos da Escola Pública Irmã Dulce, localizada no território adscrito da ESF, com o objetivo de identificar problemas agudos e/ou crônicos. Sobre a avaliação clínica no contexto do PSE, é correto afirmar que
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1306387
Ano: 2014
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Parauapebas-PA
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Parauapebas-PA
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Em junho de 2014, o Congresso Nacional aprovou o novo Plano Nacional de Educação. De acordo com o texto, a sociedade e as três esferas governamentais deverão se esforçar para, em dez anos, atingir a meta de
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Leia o texto abaixo para responder a questão.
Coragem
“A pior coisa do mundo é a pessoa não ter coragem na vida”. Pincei essa frase do relato de uma moça chamada Florescelia, nascida no Ceará e que passou (e vem passando) poucas e boas: a morte da mãe quando tinha dois anos, uma madrasta cruel, uma gravidez prematura, a perda do único homem que amou, uma vida sem porto fixo, sem emprego fixo, mas com sonhos diversos, que lhe servem de sustentação.
Ela segue em frente porque tem o combustível que necessitamos para trilhar o longo caminho desde o nascimento até a morte. Coragem.
Quando eu era pequena, achava que coragem era o sentimento que designava o ímpeto de fazer coisas perigosas, e por perigoso eu entendia, por exemplo, andar de tobogã, aquela rampa alta e ondulada em que a gente descia sentada sobre um saco de algodão ou coisa parecida.
Por volta dos nove anos, decidi descer o tobogã, mas na hora H, amarelei. Faltou coragem. Assim como faltou também no dia em que meus pais resolveram ir até a Ilha dos Lobos, em Torres, num barco de pescador. No momento de subir no barco, desisti. Foram meu pai, minha mãe, meu irmão, e eu retornei sozinha, caminhando pela praia, até a casa da vó.
Muita coragem me faltou na infância: até para colar durante as provas eu ficava nervosa. Mentir para pai e mãe, nem pensar. Ir de bicicleta até ruas muito distantes de casa, não me atrevia. Travada desse jeito, desconfiava que meu futuro seria bem diferente do das minhas amigas.
Até que cresci e segui medrosa para andar de helicóptero, escalar vulcões, descer corredeiras d’água. No entanto, aos poucos fui descobrindo que mais importante do que ter coragem para aventuras de fim de semana, era ter coragem para aventuras mais definitivas, como a de mudar o rumo da minha vida se preciso fosse. Enfrentar helicópteros, vulcões, corredeiras e tobogãs exige apenas que tenhamos um bom relacionamento com a adrenalina.
Coragem, mesmo, é preciso para terminar um relacionamento, trocar de profissão, abandonar um país que não atende nossos anseios, dizer não para propostas lucrativas porém vampirescas, optar por um caminho diferente do da boiada, confiar mais na intuição do que em estatísticas, arriscar-se a decepções para conhecer o que existe do outro lado da vida convencional. E, principalmente, coragem para enfrentar a própria solidão e descobrir o quanto ela fortalece o ser humano.
Não subi no barco quando criança – e não gosto de barcos até hoje. Vi minha família sair em expedição pelo mar e voltei sozinha pela praia, uma criança ainda, caminhando em meio ao povo, acreditando que era medrosa. Mas o que parecia medo era a coragem me dando as boas-vindas, me acompanhando naquele recuo solitário, quando aprendi que toda escolha requer ousadia.
MEDEIROS, Marta. A graça das coisas. Porto Alegre - RS: L&PM, 2014, p. 90-91.
Quanto ao gênero e ao tipo textual, o texto de Martha Medeiros pode ser classificado como um(a)
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Mulher de 48 anos compareceu à Unidade Básica de Saúde de Acará, cursando com prurido cutâneo intenso e história de ter se automedicado com dipirona, sem comprometimento das vias aéreas e com sinais vitais estáveis. A usuária foi conduzida ao espaço adequado de escuta da demanda e, após a avaliação do risco biológico e da vulnerabilidade, o problema foi classificado como agudo com atendimento prioritário. Considerando o contexto e ainda o fluxograma de atendimento por classificação de risco/vulnerabilidade aos casos de reação anafilática de acolhimento à demanda espontânea, a conduta correta seria encaminhar a paciente
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O Sr. Francisco procurou a Unidade de Estratégia de Saúde da Família com quadro de febre, calafrios, náuseas e fraqueza. O médico suspeitou de malária, não só pelos sinais e sintomas, mas pelo fato de o paciente residir em área endêmica da doença. O Sr. Francisco explicou que já havia contraído malária várias vezes e que, portanto, estava imune à doença. Sobre a suscetibilidade e imunidade à malária, pode-se afirmar que
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Foi atendida, no Programa de Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) de uma Unidade Básica de Saúde, Joana, de 31 anos de idade, com queixas de dor de cabeça, mal estar geral e dor no peito. A paciente informou que há uma semana tinha tais sintomas, que se acentuavam. O profissional de saúde verificou sua pressão arterial, com duas medidas ao dia, dentro dos parâmetros recomendados pelo Ministério da Saúde, com registro da PA 139/89mmHh. Joana foi encaminhada à consulta de enfermagem, com vistas à mudança de estilo de vida (MEV) e à estratificação de risco cardiovascular (RCV), sendo este último classificado como intermediário. Considerando o fluxograma de rastreamento e diagnóstico de Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS), a conduta adequada para o caso de Joana é
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O Sr. Pedro, de 72 anos, foi admitido na clínica médica do Hospital Geral da cidade de Belém com diagnóstico de bronquite, cursando com tosse seca e metálica, respiração ruidosa, dor torácica, falta de ar e febre. O médico, após a avaliação do paciente, prescreveu oxigenoterapia por meio de Máscara de Venturi, com fornecimento de !$ FIO_2 !$ de 8L/min:35-40%, a qual foi instalada pela enfermeira responsável pela clínica. Constitui uma das vantagens deste dispositivo de liberação de oxigênio
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Leia o texto abaixo para responder a questão.
Coragem
“A pior coisa do mundo é a pessoa não ter coragem na vida”. Pincei essa frase do relato de uma moça chamada Florescelia, nascida no Ceará e que passou (e vem passando) poucas e boas: a morte da mãe quando tinha dois anos, uma madrasta cruel, uma gravidez prematura, a perda do único homem que amou, uma vida sem porto fixo, sem emprego fixo, mas com sonhos diversos, que lhe servem de sustentação!$ ^{(III)} !$.
Ela segue em frente porque tem o combustível que necessitamos!$ ^{(I)} !$ para trilhar o longo caminho desde o nascimento até a morte. Coragem.
Quando eu era pequena, achava que coragem era o sentimento que designava o ímpeto de fazer coisas perigosas, e por perigoso eu entendia, por exemplo, andar de tobogã, aquela rampa alta e ondulada em que a gente descia sentada sobre um saco de algodão ou coisa parecida.
Por volta dos nove anos, decidi descer o tobogã, mas na hora H, amarelei. Faltou coragem. Assim como faltou também no dia em que meus pais resolveram!$ ^{(II)} !$ ir até a Ilha dos Lobos, em Torres, num barco de pescador. No momento de subir no barco, desisti. Foram!$ ^{(II)} !$ meu pai, minha mãe, meu irmão, e eu retornei sozinha, caminhando pela praia, até a casa da vó.
Muita coragem me faltou na infância: até para colar durante as provas eu ficava nervosa. Mentir para pai e mãe, nem pensar. Ir de bicicleta até ruas muito distantes de casa, não me atrevia. Travada desse jeito, desconfiava que meu futuro seria bem diferente do das minhas amigas.
Até que cresci e segui medrosa para andar de helicóptero, escalar vulcões, descer corredeiras d’água. No entanto, aos poucos fui descobrindo que mais importante do que ter coragem para aventuras de fim de semana, era ter coragem para aventuras mais definitivas, como a de mudar o rumo da minha vida se preciso fosse. Enfrentar helicópteros, vulcões, corredeiras e tobogãs exige!$ ^{(IV)} !$ apenas que tenhamos um bom relacionamento com a adrenalina.
Coragem, mesmo, é preciso para terminar um relacionamento, trocar de profissão, abandonar um país que não atende nossos anseios, dizer não para propostas lucrativas porém vampirescas, optar por um caminho diferente do da boiada, confiar mais na intuição do que em estatísticas, arriscar-se a decepções para conhecer o que existe do outro lado da vida convencional. E, principalmente, coragem para enfrentar a própria solidão e descobrir o quanto ela fortalece o ser humano.
Não subi no barco quando criança – e não gosto de barcos até hoje. Vi minha família sair em expedição pelo mar e voltei sozinha pela praia, uma criança ainda, caminhando em meio ao povo, acreditando que era medrosa. Mas o que parecia medo era a coragem me dando as boas-vindas, me acompanhando naquele recuo solitário, quando aprendi que toda escolha requer ousadia.
MEDEIROS, Marta. A graça das coisas. Porto Alegre - RS: L&PM, 2014, p. 90-91.
Julgue as afirmações abaixo com base nas noções de sintaxe.
I. Há erro de regência em “tem o combustível que necessitamos”.
II. Os verbos “resolveram” e “foram” estão no plural porque têm sujeito composto.
III. A colocação do pronome oblíquo em “que lhe servem de sustentação” obedece à norma padrão.
IV. De acordo com a norma culta, em “Enfrentar helicópteros, vulcões, corredeiras e tobogãs exige...” , há desvio de concordância.
Está correto o que se afirma em
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671138
Ano: 2014
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Parauapebas-PA
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Banca: FADESP
Orgão: Pref. Parauapebas-PA
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Na campanha eleitoral de 2014, um ex-presidente declarou que a candidata da situação recebia votos dos "grotões" porque a população dessas regiões é de pessoas "menos informadas". A afirmação foi mal recebida pelos movimentos sociais que caracterizaram a afirmação como preconceito contra os nordestinos. Em setembro de 2014, o Grupo de Trabalho das Organizações das Nações Unidas sobre Afrodescendentes publicou um relatório apontando que no Brasil o racismo é “estrutural e institucional”. Para a organização, nosso país viveria em uma “falsa democracia racial”, que nega a existência do racismo devido à miscigenação entre diferentes povos e raças. Sobre o tema do preconceito no Brasil, é correto afirmar que
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Foi internado em uma clínica o Sr. Waldir, de 34 anos, com náuseas, vômitos, mal estar geral e distensão abdominal, sendo prescrita pelo médico a instalação de sonda nasogástrica aberta, por 24 horas, e registro das características e quantidade do débito gástrico. Após esse período, a sonda foi fechada para administração da dieta. Na prescrição do dia, constavam duas medicações, em forma de comprimido, para serem administradas por sonda nasogástrica (SNG). Neste caso, compõem-se as seguintes diretrizes para a administração de medicamentos por SNG.
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