Magna Concursos
1959561 Ano: 2020
Disciplina: Fisioterapia
Banca: UNIOESTE
Orgão: UNIOESTE
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Dentre as metas de reabilitação para crianças com paralisia cerebral (PC), está o treino de força para membros inferiores, visando potencializar a funcionalidade da marcha, uma vez que o treino de força não parece aumentar a espasticidade, e, ao contrário, tem se mostrado benéfico. Em complemento, o treino de força em ambiente aquático também pode ser utilizado com esses pacientes. O treino de força na água tem suas bases estruturadas nos princípios de treinamento e na mecânica dos fluídos, com especial destaque para o arrasto e o empuxo. Porém, sendo a força muscular uma valência que repercute na aptidão física e sua produção depende de uma complexa interação entre fatores fisiológicos, mecânicos e psicológicos, ela é melhor entendida, no contexto do movimento humano, como a expressão da manifestação de força envolvida. Assim, sustentado principalmente pelo princípio da especificidade, elaborar um treino de força aquático visando aprimorar a resistência de força exige uma carga de treino (e entenda “carga de treino” como a relação entre volume, intensidade e densidade do exercício + a capacidade psicofísica do paciente em tolerar o estresse) diferentemente de quando o objetivo da reabilitação é produzir hipertrofia muscular ou força máxima. Com base nessas informações, um fisioterapeuta, cujo objetivo de reabilitação é capacitar o seu paciente com PC, classificado como hemiplégico, para caminhar longas distâncias, utilizará o treino de força em ambiente aquático. Assim, o protocolo de treino (direcionado aos músculos alvos) mais adequado para que esse fisioterapeuta atinja o seu objetivo final é:

 

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