Foram encontradas 40 questões.
Considere os fragmentos 1, 2 e 3, a seguir, para responder às questões de 01 a 05.
Fragmento 1:
A maior parte das pessoas, quando ouve falar em “Saúde Mental”, pensa em “Doença Mental”. Mas, a saúde mental implica muito mais que a ausência de doenças mentais. Pessoas mentalmente saudáveis compreendem que ninguém é perfeito, que todos possuem limites e que não se pode ser tudo para todos. Elas vivenciam diariamente uma série de emoções como alegria, amor, satisfação, tristeza, raiva e frustração. São capazes de enfrentar os desafios e as mudanças da vida cotidiana com equilíbrio e sabem procurar ajuda quando têm dificuldade em lidar com conflitos, perturbações, traumas ou transições importantes nos diferentes ciclos da vida.
A Saúde Mental de uma pessoa está relacionada à forma como ela reage às exigências da vida e ao modo como harmoniza seus desejos, capacidades, ambições, ideias e emoções. Ter saúde mental é:
- Estar bem consigo mesmo e com os outros
- Aceitar as exigências da vida
- Saber lidar com as boas emoções e também com aquelas desagradáveis, mas que fazem parte da vida
- Reconhecer seus limites e buscar ajuda quando necessário
E lembre-se: todas as pessoas podem apresentar sinais de sofrimento psíquico em alguma fase da vida.
Fragmento 2:
Ninguém precisa se abster totalmente de ter uma alimentação prazerosa (por incrível que pareça são as menos saudáveis) e obrigar a si e aos filhos a um rigor exagerado nessa questão. O que se pode fazer é os adultos começarem eles próprios a terem uma dieta saudável e deixarem de ter em casa coisas que fazem mal à saúde. A falta de acesso a essa alimentação já é um caminho para a redução de seu consumo.
O dia da guloseima pode ser instituído pela família: uma vez por semana eles estão liberados para escolherem o que querem comer e beber. Para o lanche, entre o que gosta e é saudável, a criança pode escolher os itens que quer levar. Os pais não devem permitir que eles levem lanches que são proibidos na escola. Tem que haver parceria entre a escola e a família. Até porque, ao infringirem essas regras, ensinam aos filhos que não é preciso respeitá-las.
Fragmento 3:
O trabalho em equipes multiprofissionais na ESF [Estratégia Saúde da Família] tornou-se um dos principais instrumentos de intervenção, pois as ações e práticas se estruturam a partir da equipe, ao mesmo tempo em que ocorre, neste tipo de trabalho em saúde, a ampliação do objeto de intervenção para além do âmbito individual e clínico. Tal peculiaridade requer mudanças na forma de atuação e na organização do trabalho, bem como demanda alta complexidade de saberes (Silva, Trad, 2005).
A articulação dos olhares dos diferentes trabalhadores da equipe da ESF, que possui a singularidade da presença dos agentes comunitários em saúde, possibilita o desenvolvimento de ações que ultrapassam a racionalidade da assistência curativa, centrada na resolução imediata de problemas de saúde individuais, ação que não deve ser ignorada, mas que tem se mostrado insuficiente para modificar os níveis de saúde da população. Fonte: Trechos retirados de diversos sites da Internet
Com relação ao Fragmento 2, assinale a alternativa que descreve a não conformação à norma-padrão encontrada no trecho “O que se pode fazer é os adultos começarem eles próprios a terem uma dieta saudável e deixarem de ter em casa coisas que fazem mal à saúde”.
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Considere os fragmentos 1, 2 e 3, a seguir, para responder às questões de 01 a 05.
Fragmento 1:
A maior parte das pessoas, quando ouve falar em “Saúde Mental”, pensa em “Doença Mental”. Mas, a saúde mental implica muito mais que a ausência de doenças mentais. Pessoas mentalmente saudáveis compreendem que ninguém é perfeito, que todos possuem limites e que não se pode ser tudo para todos. Elas vivenciam diariamente uma série de emoções como alegria, amor, satisfação, tristeza, raiva e frustração. São capazes de enfrentar os desafios e as mudanças da vida cotidiana com equilíbrio e sabem procurar ajuda quando têm dificuldade em lidar com conflitos, perturbações, traumas ou transições importantes nos diferentes ciclos da vida.
A Saúde Mental de uma pessoa está relacionada à forma como ela reage às exigências da vida e ao modo como harmoniza seus desejos, capacidades, ambições, ideias e emoções. Ter saúde mental é:
- Estar bem consigo mesmo e com os outros
- Aceitar as exigências da vida
- Saber lidar com as boas emoções e também com aquelas desagradáveis, mas que fazem parte da vida
- Reconhecer seus limites e buscar ajuda quando necessário
E lembre-se: todas as pessoas podem apresentar sinais de sofrimento psíquico em alguma fase da vida.
Fragmento 2:
Ninguém precisa se abster totalmente de ter uma alimentação prazerosa (por incrível que pareça são as menos saudáveis) e obrigar a si e aos filhos a um rigor exagerado nessa questão. O que se pode fazer é os adultos começarem eles próprios a terem uma dieta saudável e deixarem de ter em casa coisas que fazem mal à saúde. A falta de acesso a essa alimentação já é um caminho para a redução de seu consumo.
O dia da guloseima pode ser instituído pela família: uma vez por semana eles estão liberados para escolherem o que querem comer e beber. Para o lanche, entre o que gosta e é saudável, a criança pode escolher os itens que quer levar. Os pais não devem permitir que eles levem lanches que são proibidos na escola. Tem que haver parceria entre a escola e a família. Até porque, ao infringirem essas regras, ensinam aos filhos que não é preciso respeitá-las.
Fragmento 3:
O trabalho em equipes multiprofissionais na ESF [Estratégia Saúde da Família] tornou-se um dos principais instrumentos de intervenção, pois as ações e práticas se estruturam a partir da equipe, ao mesmo tempo em que ocorre, neste tipo de trabalho em saúde, a ampliação do objeto de intervenção para além do âmbito individual e clínico. Tal peculiaridade requer mudanças na forma de atuação e na organização do trabalho, bem como demanda alta complexidade de saberes (Silva, Trad, 2005).
A articulação dos olhares dos diferentes trabalhadores da equipe da ESF, que possui a singularidade da presença dos agentes comunitários em saúde, possibilita o desenvolvimento de ações que ultrapassam a racionalidade da assistência curativa, centrada na resolução imediata de problemas de saúde individuais, ação que não deve ser ignorada, mas que tem se mostrado insuficiente para modificar os níveis de saúde da população. Fonte: Trechos retirados de diversos sites da Internet
Considerando as características com relação à linguagem e à estrutura composicional, os fragmentos 1, 2 e 3 podem ser encontrados, respectivamente, em:
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Considerando a complexidade dos pacientes internados em Unidades de Terapia Intensiva, especialmente os sob ventilação mecânica, é imprescindível a atuação de uma equipe multiprofissional especializada e coesa. Sobre essa equipe multiprofissional, é incorreto afirmar que:
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Durante a ventilação mecânica de um paciente com Síndrome do Desconforto Respiratório Agudo (SDRA) ou Síndrome da Angústia Respiratória Aguda (SARA), é incorreto afirmar:
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Sobre os efeitos da pressão positiva na mecânica respiratória, assinale a alternativa correta:
I A pressão positiva ao final da expiração aumenta a capacidade residual funcional e favorece o aumento da PaO2.
II A pressão positiva inspiratória, acima da pressão expiratória, auxilia a musculatura inspiratória.
III Quanto menor a diferença entre pressão inspiratória e expiratória, menor o risco de hipoventilação.
IV O pico de pressão inspiratório é determinado pela complacência do parênquima pulmonar e não pela resistência das vias aéreas.
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Assinale a alternativa correta quanto à reabilitação ambulatorial de um paciente com doença pulmonar obstrutiva crônica:
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A reabilitação cardíaca é dividida em fases. É correto afirmar que, para um paciente na fase I, em pós-operatório de uma cirurgia cardíaca de grande porte com esternotomia mediana, o fisioterapeuta:
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Assinale a alternativa correta com base nas afirmações sobre avaliação respiratória:
I Entre as queixas respiratórias, a dispneia, que aparece ou se agrava quando o paciente assume a posição ortostática, chama-se ortopneia.
II Na ausculta pulmonar, os estertores crepitantes aparecem no ato inspiratório, sobretudo no final da inspiração, e representam comprometimento alveolar.
III Ao RX, na imagem em vidro fosco há um aumento da densidade dos campos pulmonares sem que haja o apagamento dos contornos dos vasos, representando o preenchimento parcial dos alvéolos, como na fase inicial de pneumonias inespecíficas ou alveolite.
IV As provas de função pulmonar são de grande utilidade e frequentemente realizadas por fisioterapeutas. Em uma prova forçada, o paciente deve inspirar sua capacidade vital e, ao comando, expirar rapidamente a sua capacidade pulmonar total.
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Dentre as metas de reabilitação para crianças com paralisia cerebral (PC), está o treino de força para membros inferiores, visando potencializar a funcionalidade da marcha, uma vez que o treino de força não parece aumentar a espasticidade, e, ao contrário, tem se mostrado benéfico. Em complemento, o treino de força em ambiente aquático também pode ser utilizado com esses pacientes. O treino de força na água tem suas bases estruturadas nos princípios de treinamento e na mecânica dos fluídos, com especial destaque para o arrasto e o empuxo. Porém, sendo a força muscular uma valência que repercute na aptidão física e sua produção depende de uma complexa interação entre fatores fisiológicos, mecânicos e psicológicos, ela é melhor entendida, no contexto do movimento humano, como a expressão da manifestação de força envolvida. Assim, sustentado principalmente pelo princípio da especificidade, elaborar um treino de força aquático visando aprimorar a resistência de força exige uma carga de treino (e entenda “carga de treino” como a relação entre volume, intensidade e densidade do exercício + a capacidade psicofísica do paciente em tolerar o estresse) diferentemente de quando o objetivo da reabilitação é produzir hipertrofia muscular ou força máxima. Com base nessas informações, um fisioterapeuta, cujo objetivo de reabilitação é capacitar o seu paciente com PC, classificado como hemiplégico, para caminhar longas distâncias, utilizará o treino de força em ambiente aquático. Assim, o protocolo de treino (direcionado aos músculos alvos) mais adequado para que esse fisioterapeuta atinja o seu objetivo final é:
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Um dos recursos de avaliação da função dos músculos do assoalho pélvico nas incontinências urinárias é o perineômetro, o qual fornece uma medida objetiva de:
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