“Inicia-se um diálogo entre o espectador e o objeto: um objeto para o olho torna-se um objeto para o tato (Bicho), e depois para o conjunto dos sentidos (Máscaras sensoriais, 1967) e para o corpo inteiro (Ar e pedra, Respire comigo, Máscaras-abismos, Roupa-corpo-roupa, 1967-9)” (BASBAUM, 2001, p. 33-34). Esse excerto faz referência à obra de: