
Os contemporâneos de Leonardo da Vinci encaravam-no como um ser estranho e misterioso. Príncipes e chefes militares queriam usar esse surpreendente mago como engenheiro militar na construção de fortificações e canais, novas armas e dispositivos bélicos. É provável que o próprio Leonardo não alimentasse a ambição de ser considerado um cientista. A exploração da natureza era para ele, em primeiro lugar e acima de tudo, um meio de adquirir conhecimentos sobre o mundo visível — conhecimentos de que necessitaria para a sua arte.
E. H. Gombrich. A história da arte. Rio de Janeiro: LTC, 2011, p. 294 (com adaptações).
Tendo como referências iniciais a imagem e o texto apresentados acima, julgue o item a seguir.
Na Revolução Científica do século XVI, a influência aristotélica foi importante para o desenvolvimento do método de observação científica. Posteriormente, no entanto, Aristóteles foi rejeitado pelos modernos, devido ao uso da lógica aristotélica para a demonstração das supostas verdades universais postuladas na Idade Média.