Conforme apresentado por Bergamini, se alguém receber uma ordem do tipo “motive seus funcionários”, provavelmente pensará sobre a melhor forma de cumprir tal missão, e ficará espantado com o número incontável de soluções que lhe ocorrerão à mente. Por outro lado, se for bem sincero consigo mesmo, ficará também espantado com sua falta de segurança em adotar este ou aquele recurso. Vai lembrar que um determinado recurso funcionou bem com uma pessoa, mas não teve o mesmo sucesso com outra. Lembrará, também, que uma mesma abordagem foi bastante eficiente para fulano num determinado momento, mas para ele mesmo, em outro, já não apresentou o mesmo poder que antes. Segundo a autora “ninguém motiva ninguém” e o máximo que se pode fazer é detectar que objetivos estão em jogo, discriminar quais deles são mais importantes para o subordinado em questão e, então, criar condições para que se realize: