A função básica de um músculo é a contração. Com base nas suas propriedades contráteis, quatro tipos diferentes de fibras musculares foram reconhecidas no músculo esquelético: tipo I (oxidativo vermelho com contração espasmódica lenta); tipo IIa (oxidativo vermelho com contração espasmódica rápida); tipo IIb (glicolítico branco com contração espasmódica rápida); e, tipo IIc (contração espasmódica rápida intermediária). As células musculares associadas às unidades motoras de grande porte são, em geral, fibras do tipo II, adequadas para o metabolismo anaeróbio e para a produção de ácido lático. Essas fibras contêm concentrações maiores de fosfogênios do que as fibras do tipo I.
Considerando que as distensões musculares podem ser classificadas de acordo com a sua gravidade, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Distensão leve (grau I): esse tipo de distensão envolve a ruptura de algumas fibras musculares com edema e desconforto menores. As lesões de grau I são associadas à perda mínima ou nenhuma de força e restrição de movimento. Sensibilidade local pode estar presente, e aumenta quando o estresse é aplicado à estrutura. Os pacientes com distensão de grau I, em geral, podem continuar as atividades normais tanto quanto possível, mas devem ser monitorados para evitar exacerbação da lesão.
( ) Distensão moderada (grau II): esse tipo de distensão envolve maior dano ao músculo e perda visível de força. Pacientes com lesão de grau II frequentemente evitam exercer a atividade que provoca a dor. Dor moderada a grave está presente, ao lado de alguma perda de função e de estabilidade articular. As distensões de grau II, em geral, requerem 3 a 28 dias de reabilitação.
( ) Distensão grave (grau III): esse tipo de distensão envolve ruptura que se estende sobre todo o ventre muscular. As distensões de grau III são caracterizadas por dor grave ou perda de função. Se a dor aumenta quando o estresse é aplicado à estrutura, há comprometimento da integridade resultante do tecido. Embora as distensões musculares de grau I e II sejam tratadas de maneira conservadora, a intervenção cirúrgica, muitas vezes, é necessária para lesões de grau lll. A cura das distensões de grau III pode requerer de três semanas a três meses de reabilitação.
A sequência está correta em