“A alma (...) não pode ter uma faculdade absoluta de querer ou de não querer; mas deve ser determinada a querer isto ou aquilo por uma causa que é determinada por sua vez por outra causa, a qual é também determinada por outra, e essa outra, por sua vez, por outra, etc”.
“Os homens se consideram livres porque são conscientes das suas ações e ignorantes das causas pelas quais são determinados; e além disso que as decisões da alma nada mais são que os próprios apetites, e, por conseguinte, variam segundo as variáveis disposições do corpo”.
Os temas Liberdade e determinismo, que historicamente serviram de debates no pensamento filosófico e, que tiveram, em alguns momentos, considerações em favor do determinismo, a exemplo das afirmações acima, correspondem ao pensamento do seguinte filósofo: